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Supernatural – S15E13 – Destiny’s Child

Já pararam pra pensar como seria a vida do Sam e do Dean caso eles cobrassem pra caçar monstros? O Chuck já.

Com o multiverso chegando ao final, era de se esperar que Sams e Deans de outros mundos tentassem fugir pro único mundo que não tá sendo destruído. Aparentemente, só uma dupla consegue e como Chuck se encarregou de fazer seus heróis com algumas diferenças entre si, esses dois representam o auge dessas mudanças. A parte estética já é algo chocante de início: o carro não é um Impala, mas sim algo que lembra muito um 500 da Fiat; fisicamente, os roupas são praticamente o oposto e fica a impressão de que os Winchester do outro mundo gostam de se arrumar. E não para no aspecto físico, todo o resto mudou. Além de estar vivo, John criou toda uma empresa responsável pela caçada de monstros, o que tornou a família muito rica. Eu sinto que é algo parecido com ter heróis cobrando pra salvar pessoas, mas quem sou eu pra criticar né?

Naturalmente, eles não foram trazidos pra história apenas porque sim, então, antes de falar do porquê deles estarem ali, é importante falar das outras coisas acontecendo. Seguindo o plano de derrotar Deus, é necessário que o Jack fortaleça a sua parte espiritual, indo atrás de um tal de Occultum que, obviamente, ninguém sabe exatamente onde se encontra. Matar Deus tem aquele ponto bem negativo de acabar com o equilíbrio das coisas, porque a Amara vai continuar existindo. E por mais que nada vá ser feito em relação a isso nesse primeiro momento, ainda é bem importante pensar nisso, bem como Sam e Dean fizeram. E toda a situação é ainda mais complicada pelo fato do neto do Chuck estar sem alma; por mais que ele entenda o mal que causou antes de morrer e saiba que precisa fazer as coisas de outra forma, aquele Jack de antes não tá mais lá. As sensações, as vontades, os desejos, tudo é diferente. Ah, mas é importante lembrar que a morte – não o substantivo próprio, o comum mesmo – faz com que as pessoas apreciem mais aspectos tidos como mundanos da vida como, por exemplo, alimentação.

Apesar de ninguém ter certeza da localização do Occultum, o Sergei dá uma dica que leva até a pessoa com quem imagina-se estar com o negócio divino. Jo, aquela anja (ou aquele anjo?) que abriu uma igreja e começou a curar pessoas cobrando por isso. Como nada é fácil na vida, ela já não tem mais o objeto (?), já que entregou pra ninguém mais ninguém menos do que Ruby, ela mesma. Só que tem o chato inconveniente da Ruby ter sido morta pelos Winchester, o que complica – mas não impossibilita – conversar com ela e perguntar sobre isso. Agora que a Rowena é a rainha do Inferno, ir até lá não parece a pior das opções, apesar de ainda ser um lugar um tanto quanto desagradável de ir. Mas, no final das contas, é aquilo que o Rorschach fala quando prendem ele: não é eu que estou preso com vocês, vocês que estão presos comigo.

Ao mesmo tempo que isso tudo acontece, Castiel percebe que a história da Jo tem furos demais, então ele resolve ir até o Vazio (por que não né?) falar com a própria Ruby, pra pegar dela a versão oficial da história. E entidade Vazio não é muito fã do Cass então, por mais que ela lembre do combinado entre eles, ela faz ele sofrer um pouco ainda. Tendo o conhecimento da localização do Occultum, que é um lugar e não algo, eles partem pra recuperar esse negócio. Porém, o Chuck pode estar de olho e aparecer quando eles não estiverem no bunker, e é aí que o Sam e o Dean de outra dimensão entram. Apesar de serem diametralmente diferente do Sam e do Dean que a gente conhece, fisicamente eles todos são a mesma coisa né (apesar das roupas e penteados). Inclusive, a gente descobre que lá, nesse outro mundo, o negócio da família™ foi levado a sério de verdade, e agora eles têm uma empresa responsável por caçar os monstros. Ao invés de se esconder e usar cartões de crédito falsificados, que tal ser rico e fazer o serviço com estrutura?

Ah, o Occultum. O lugar que tanto falavam é o Jardim do Éden, AQUELE, onde humanos não podem mais entrar e tudo o mais. Lá, o Jack é alterado de alguma forma, recebendo o conhecimento de relembrar quem ele realmente é; em outras palavras, a alma dele tá de volta. E, com ela, todos os sentimentos que ele ficou sem sentir durante todo esse tempo.

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.

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