22 de abril de 2016
The 100 – S03E11 – Nevermore

Para quem pensava que o plot de ALIE seria um desastre, jaz aqui a resposta! Se você ficou de queixo caído com a reviravolta que a série tomou nos últimos episódios, esse não será diferente. Após ter sucesso em sua fuga da cracolândia mais conhecida como Arckadia, Jasper encontra ninguém mais ninguém menos que Clarke e os dois fogem em busca dos outros fugitivos. Enquanto aceleravam o carro para fugir, a protagonista pôde ver que todos e principalmente sua mãe estavam reconhecíveis sobre efeito da droga de ALIE. E vale lembrar que finalmente a série voltou a recuperar a personalidade de seus personagens principais. Bellamy, depois de ver que suas decisões mataram um grande amigo e o namorado de sua irmã, tal que o considera morto após isso, decide entregar Pike. Monty ajuda seus amigos a escaparem de Arckadia, Raven ganha na sua personalidade forte que nem mesmo ALIE consegue controlar e por fim, Jasper acorda de sua depressão e ajuda a salvar sua amiga. O que tem incomodado um pouco é o chororô de Clarke. Após tudo que aconteceu com a personagem, esperava-se ver algo mais forte, frio e decidido como Lexa, mas não, ela só chora desde o começo da temporada, atuação apagada, eu diria. O mesmo não podemos dizer de Raven que deu e tem dado um show à parte na série com todas as suas cenas de “possessão”. O desenrolar do episódio foi basicamente sobre a tentativa dos jovens de salvar a garota e tirar ALIE de dentro de sua cabeça e, vale ressaltar, estão de parabéns com o roteiro.

Ao encontrar a gruta onde todos estavam escondidos, Jasper sabia o risco de a inteligência Artificial descobrir onde se escondiam e sabe que tem que agir rápido para fazer isso. Os artifícios de ALIE trazem uma sensação de que ela é imbatível e pode fazer o que quiser com todos. Confesso que no início pensei que Raven seria essa exceção, alguém capaz de sozinha lutar contra o controle mental da AI. Cogitei até que Raven poderia ter o sangue da doutora que as criou, sendo então parte da linha sucessora do espírito de Heda e para salvá-la, o espirito escolheria a ela quando Clarke mostrasse a pílula. Não foi o que aconteceu, mas que seria legal, seria. Imaginação a parte, após a garota acordar de sedativo, tentou de todas as formas descobrir onde estava, claro, com ALIE controlando sua mante. Visto que antes da garota perder completamente sua consciência, a mesma teve a ideia de torrar o chip de sua mente soltando um pulso elétrico através das pulseiras que foram lançadas junto aos 100 jovens no início da série, Clarke lembra que sua amiga do começo da temporada, Nyla, tinha uma junto as suas parafernálias e então decidem levar Raven para sua casa. Após um breve drama de “vocês mataram meu pai” e nada acontecer, eles conseguem entrar e amarrar a garota. A partir daí começamos a ficar impressionados com o poder de atuação de Lindsey Morgan, que se supera a cada episódio. Primeiro, o clima de possessão e loucura foi perfeito. Ela realmente encarnou o demônio e só faltava algum deles pegar a bíblia para exorcizar a garota como última opção. Braço quebrado, mordida brutal, risada maligna, sim, nossa Raven virou o Belzebu. Com o objetivo de desestabilizar todos, a personagem tenta entrar na cabeça de seus colegas jogando sobre eles suas piores atitudes e seus lados mais sombrios. O que ela fez basicamente foi somente falar verdades que nós aqui estávamos com vontade de falar faz tempo. O único que não ouviu foi Monty, mas esse aí sofreu mais que todos.

raven

Como a pulseira estava desativada, eles precisavam de algo que gerasse alguma carga elétrica capaz de proporcionar o pulso desejado. Infelizmente, o único eletroímã com essa capacidade estava em Arckadia, agora Zumbilandia, ou na “dropship”, nave em que chegaram a terra. Então, Monty e Octavia vão em busca do objeto. Ao saber sobre seus planos, ALIE manda a mãe de Monty para conseguir pará-los e chegar ao lugar onde estão escondidos. E então, chegamos a uma das cenas mais fortes da série, em que a mãe do garoto tenta matar Oc, e Monty se vê sem saída, já que sua mãe agora não era mais a mesma. Então, é obrigado a matá-la, e desculpem meu radicalismo, mas adorei! Essa pegada radical e sem valor me remete muito ao desapego de The Walking Dead e Game of Thrones com seus personagens e principalmente, pelos valores de certo e errado. Como sempre falo em minhas reviews, The 100 aposta muito no conflito “certo vs necessário”. E essa cena foi necessária para mudar o rumo de Monty na série. Diga-se de passagem, comemorei bastante quando aconteceu. Mas vamos ao que interessa, por fim, ALIE acaba descobrindo onde eles se escondem já que Nyla ouviu que Bellamy teria sido o responsável pela morte de todos os 300 grounders, inclusive seu pai. Então, eles precisaram agir e tentam executar o pulso elétrico em Raven. Como a garota, mesmo respirando, se mantinha desacordada, Clarke decide fazer com Raven o mesmo ritual feito com Lexa após sua morte e não é que deu certo? Isso aí, mas ALIE está chegando com seu exército de zumbis e o limite é o céu! Ou melhor, Polis!

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Carlos Alberto
Carlos Alberto

Estudante de Engenharia, amante de música, viciado em séries e programas de TV! Fã de carteirinha de The 100, Flash, Game of Thrones e etc, se arrisca escrevendo reviews de suas séries favoritas!
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