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The 100 – S07E01 – From The Ashes [SEASON PREMIERE]

Um baú de pólvora.A última temporada The 100 começou e já chegou mostrando há que veio. Iniciando-se exatamente de onde terminou, vemos Bellamy desesperado por sua irmã, para logo depois ser nocauteado por “seres invisíveis” e uma Hope sem memória igual a Octávia na temporada passada.

Foi um inicio eletrizante e bem confuso, mal tivemos tempo de ver o desespero do Bellamy e já estávamos vendo o grupo sendo literalmente arremessados pelo ar, enquanto a Hope fugia. A atriz Shelby Flannery já chegou marcando presença, ela será regular nessa temporada, tendo até o seu nome na abertura da série. Analisando essa premiere, faz total sentido, pois além de agregar mais uma personagem feminina forte e lutadora, ela será a principal ligação do grupo dentro da redoma.

Falar em mulher forte e lutadora, é também falar de Echo. Já havíamos tido a humanização da personagem nas ultimas duas temporadas e apesar de ter sido uma alucinação, eu acredito que com a possível morte do Bellamy ou um término de namoro, ela terá que definir quem ela é sem ter a quem seguir. A verdade é que ela não precisa de ninguém e eu espero que haja um desenvolvimento maior na personagem, transformando ela em uma líder a quem irão seguir.

Foi muito pouco explorado esse grupo nesse episódio, mas acredito que seja porque não tinha como se aprofundar quando eles apenas passaram o episódio tentando alcançar o Bellamy, mas isso irá mudar agora que eles entraram na anomalia e finalmente vamos entender melhor essa história.

Lá no santuário a história era outra, em um só lugar havia alguns dos nossos protagonistas, os skokrum, os filhos de Gabriel, os criminosos, Russell preso e a população original. Sem dúvidas alguma era questão de tempo até haver uma guerra civil e analisando o final do episódio, isso está muito mais próximo do que pensávamos.

Nossa protagonista estava tentando levar o pedido do falecido Monty ao pé de letra e não queria repetir seus erros e se tornar uma pessoa melhor, para seguir essa filosofia, Clarke tentou ao máximo ignorar a morte da sua mãe, pois sabia que quando ela abraçasse esse luto, ela abraçaria a raiva que vem com ela. A tentativa da Maddie em ajudá-la, apesar de ter sido simples, foi muito singela e descobrimos um pouquinho da sua vida antes de conhecer a Clarke.

A ex comandante tem uma das histórias mais emblemáticas, nunca se houve um acontecimento igual ao dela, então não há como saber o que realmente poderá acontecer, ela vem desenhando memórias que não são suas quando está distraída, mas não tem como saber se os antigos comandantes estão ainda na sua cabeça e além disso, ela precisa continuar sendo uma comandante para seu povo sendo agora apenas uma criança comum.

Murphy sempre foi um dos meus favoritos, eu amo quando um personagem de personalidade duvidável é bem feito. Ele sempre fez questão de deixar claro que sempre irá querer sobreviver não importando quem traia, por isso me incomoda um pouco esse remorso todo que ele vem sentido, muito provavelmente veremos um arco de redenção para que sua morte seja ainda mais sentida.

Não foi nada relevante, mas quem acompanha minhas reviews em Legacies e Grey’s Anatomy sabe que amo shipps de amizades e eu não poderia deixar passar de enaltecer a amizade entre a Raven e a Clarke, fazia duas temporadas que não víamos essas duas sendo amigas e a morte da Abby veio para reunir essa dupla de mulheres perfeitas. Falando na Abby, apesar de nunca ter sido minha personagem favorita, foi triste não ver o nome da Paige Turco na abertura.

E quem diria que a morte da Abby seria o ponta pé do vilão dessa temporada aparecer? O trailer da temporada não fez questão de esconder quem seria o grande vilão e acompanhando esse início, eu não estava conseguindo entender como o Russell mudaria de atitude tão drasticamente, o personagem só queria morrer já que depois de tantos anos vivos, ele estava realmente sentindo a dor de um luto. Ao tentar tirar a Clarke do seu estado de paz entregando as roupas da mãe dela, junto com colar, o último prime finalmente ativa o lado vingativo da nossa protagonista e ela baixa a porrada nele, deixando desacordado.

De uma maneira tão sutil que poderia ter passado até despercebido, nosso início do episódio quando Jordan vai visitar Russell, ele afirma que até então o prisioneiro não havia dormido e quando ele desmaiou, foi a primeira vez desde a temporada passada que ele estava em contato com seu subconsciente e ai temos a maior surpresa do episódio. Logo que “acorda” no seu subconsciente, Russell se ver em um lugar que acompanhamos muito na mente da Maddie na temporada passada, na mesa dos comandantes e finalmente descobrimos onde o Sheidheda havia parado.

Mostrando que dessa vez ele aprendeu com seus erros, o prime mal teve tempo de assimilar o que estava acontecendo e já foi morto pelo o que já foi descrito até então, o maior vilão que The 100 já teve.

Ao final do episódio, Clarke manda o pedido do Monty para **** *** ***** e faz provavelmente uma das cenas mais icônicas de toda a série, afirmando que eles são a última raça humana viva e todos cometeram erros antes e afirma que Russell irá morrer amanhã marcando o fim dos deuses e líderes, mas de uma certa maneira fica claro que ela será a líder de todos eles.

 

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Ives Gonçalves

Um carioca estudante de direito querendo se formar, viciado em x factor´s do mundo e que ama uma praia

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