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The 100 – S07E09 – The Flock

for all mankind…

Pela primeira vez na história desse site eu cobrirei uma review de The 100. Apesar de ser extremamente irrelevante para a série, para a história do site ou para você caro leitor, esse é um momento muito especial para mim, The 100, no longínquo ano de 2014 foi uma das primeiras séries que eu acompanhei religiosamente (ainda que esse relacionamento tenha ficado abalado lá no meio da 4ª temporada, mas felizmente retornou forte na 6ª temporada).

Sem mais delongas vamos ao episódio: depois do pisão que foi o “Anaconda” (e você pode conferir nossa review AQUI) eu já esperava que “The Flock” fosse bem menos agitado e emocionante, isso não significa que o episódio foi ruim, ainda explorando a dinâmica de preencher as lacunas deixadas entre as personagens que se encontram nos diferentes planetas, o episódio tratou de mostrar o que se deu com Octavia, Echo, Dyioza e Hope entre a fuga mal sucedida do grupo e a chegada de Clarke em Bardo.

A primeira lacuna que foi preenchida foi sobre a superfície de Bardo, como aventado anteriormente a superfície é letal, além disso tivemos um pequeno vislumbre dos Bardosianos, exterminados pelo inimigo que a humanidade terá de enfrentar na guerra final, apesar de mostrar um pouco mais da civilização que vivia lá antes de Bill Cadogan e seu rebanho chegarem nenhuma questão relevante foi respondida…

O restante do episódio foi focado em explicar o modo de vida do Rebanho e no treinamento de Echo, Octavia, Dyioza e Hope para se tornarem discípulas em Bardo, e na tentativa de reconciliação que Emori tentava fazer entre os filhos de Gabriel e seus pais, no Sanctum.

O culto do rebanho não foi nada surpreendente, já vimos plots assim em temporadas anteriores e em outras séries e toda aquele ar Sci-fi dos embriões desenvolvidos em laboratório é uma narrativa bem interessante, talvez o ponto mais peculiar de todos.

O treinamento das novas discípulas foi bem tedioso, tivemos Echo super dedicada e totalmente adaptada como parte do Rebanho, Octavia e Dyioza tentando se adaptar e Hope sendo adolescente rebelde. Ao contrário das outras três, Hope não teve um treinamento para se tornar uma guerreira e, talvez por ter convivido a vida inteira somente com seis pessoas, ela não sabe muito bem se controlar. É difícil acreditar que depois de tudo que passaram elas simplesmente iriam se aliar a causa sem a mínima resistência, temos que nos lembrar que ninguém ali, a exceção e Hope, é inocente, e principalmente que Echo é uma espiã, suas habilidades envolvem ganhar a confiança de seus alvos para então eliminá-los.

Em Sanctum o plot de reconciliação entre os pais que abandonaram os filhos é bem chatinho e o plot da revolta dos prisioneiros da Eligius também não agrega muito, por sinal eu realmente não vejo sentido neles ali, me parecem que os roteiristas não sabem muito bem o que fazer com eles. Apesar disso, esses dois plots sem sal levaram a um plot beeem mais interessante: Sheidheda finalmente se revelou e iniciou sua (re) tomada de poder.

É isso, “The Flock” foi um episódio de transição, serviu para explicar as pontas soltas dos episódios anteriores e para preparar terreno para o final da temporada, recurso que The 100 tem usado muito, e por isso achei o episódio até que bom, me deixou bem ansioso para o próximo episódio.

E vocês, o que acharam? Também estão ansiosos pelo restante da temporada? Até a próxima!

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Felipe Tanabe

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