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The Flash – S05E09 – Elsewords Part. 1

O crossover chegou e não é que o Oliver consegue usar aquele uniforme apertadíssimo e o Barry é um ótimo arqueiro?

Sem usar os anos de leitura e de conhecimento, e fazendo essa review vendo apenas o primeiro episódio do crossover, fica uma dúvida imensa do que é exatamente esse livro e qual é o interesse do Monitor nele; e também qual é o uso que esse professor nazista com ideias eugênicas vai ter. Mas enfim, foi dado ao tal dr. John Deegan o livro que brilha quando aberto e quando foi dito que ele podia mudar toda a realidade, ele achou que seria uma boa ideia trocar o Barry e o Oliver de corpo. É. Não querendo ser chato nem nada, mas me parece um uso meio idiota de um livro que consegue alterar a realidade. Mas enfim, vamos ao episódio.

Antes de começar, pra fins de evitar confusão, vou tratar o Barry e o Oliver como eles tão se tratando. Então, quando o Oliver acorda na cama do Barry, com a Iris chamando ele pra tomar café da manhã e todas as fotos mostram o sr. Queen, dá pra perceber que tem algo bastante errado. E ele também consegue perceber isso, logo de cara. A iris sente que tem algo diferente, mas acha que não é nada muito fora do padrão e, pra ela, tá tudo bem. Mas o Arqueiro decide que precisa ir pro Star Labs, pra tentar entender o que de fato tá acontecendo.

A cidade precisa das ações heroicas do protetor escarlate, então o Oliver vai lá tentar impedir que os criminosos assaltem os Laboratórios Ivo. Inclusive eu fico pensando o que tem na cabeça de uns caras que acham que é uma boa ideia assaltar a cidade protegida por um cara que consegue correr mais rápido do que eles conseguem pensar, mas ok, segue vida, não dá pra ser tão cético. Mas, como era de se esperar, o Oliver não faz a menor ideia de como é ser o Flash e fazer as coisas que ele faz, então ele lança um raio que acaba ricocheteando em um monte de coisa e acaba incapacitando os ladrões, além de acabar por energizar alguma coisa, mais especificamente um robô. 
E, de volta no Star Labs, tá tudo bem com o Oliver, mas todo mundo ainda vê ele como Barry e isso é um tanto quanto estranho, assim como são exageradas as piadas que todo mundo faz com tanquinhos e afins. 

Lá em Star City, as coisas também tão um tanto quanto diferentes. O Barry sabendo lutar é uma daquelas coisas que são bonitas de ver, mesmo que a gente saiba que não vão durar pra sempre. Mas o interessante disso tudo é que o Grant Gustin combina com verde escuro, certamente bem mais do que o Stephen Amell fica de vermelho. As imagens não me deixam mentir. E um ponto importante a se prestar atenção é que ser o Flash e o Arqueiro Verde é algo que demanda certas coisas de quem tá usando o traje, seja lá quem seja. 

Aí quando eles finalmente se encontram, rola a certeza de que isso tá de fato acontecendo. Obviamente, eles vão até o Star Labs, pra tentar descobrir mais coisas sobre isso e logo de cara a parte de controle mental e merda causada por viagem no tempo é descartada. Mesmo no crossover, tem tempo pra essa conversa filler que sempre rola; e por não saber o que tá de fato acontecendo, a decisão do Team Flash é prender os dois até que algo comece a fazer sentido. Lá dentro, com tempo pra pensar, eles decidem que a melhor opção é ir falar com a Kara, porque talvez o efeito do que tá acontecendo não tenha chegado naquela Terra. E é importante lembrar que o céu tá vermelho com uns raios estranhos, mas aparentemente isso choca um total de 2 pessoas.

Cisco vibrando pra cá, Barry e Oliver fugindo da prisão pra lá, Barry e Iris tendo um momento chato daqueles que não me faz ter nenhuma saudade das temporadas mais antigas de The Flash acolá. Mas a gente precisa falar da Kara Denvers e o do efeito que ela causa nas pessoas. Nos quadrinhos (e nas tentativas de filmes que o Zack Snyder acha que fez) o Superman é visto como um farol de esperança pra humanidade, como uma fonte de luz. Mas, toda vez que eu vejo a Melissa Benoist em cena, é ela quem causa esse efeito, é ela que parece ser esse farol. E isso tudo é muito fofo e algo totalmente além da série, mas a gente não pode esquecer da homenagem que fizeram a Smallville. Smallville foi a primeira série que eu realmente acompanhei, de esperar durante a madrugada de sexta pra sábado um RMVB legendado e baixar durante umas boas horas. Então, ver essa menção, mesmo rápida assim, só utilizando a música tema da série, já deu uma acalentada no coração e fez esse episódio já ter valido a pena.

É minha primeira vez vendo essa Lois, então nem tenho muitas opiniões sobre ela. Mas achei bem massa a crítica que fizeram a toda essa coisa de mulheres ganharem menos do que homens, não importando que ela seja uma jornalista muito melhor do que o bunda mole do Clark. Nada de muito importante acontece em Smallville (ou PEQUENÓPOLIS, como dizia a não-tão saudosa dublagem da série), então o relevante aqui é notar que o Barry é um Arqueiro Verde melhor quando tá com raiva e o Oliver é um Flash melhor quando tá feliz.

De volta na Terra , tá todo mundo levando um pau pro robô que o Oliver despertou. Com o gracioso nome de AMAZO, ele consegue copiar as habilidades de todos os meta que escanear. Então logo de cara, ele já tem as habilidades do Ralph e da Caitlin – além de saber usar elas relativamente bem. Nesse momento, já dá pra saber o que esse crossover tá querendo. Vão ser só três episódios, não colocando Legends of Tomorrow e os 9885578 membros do time; e isso implica em mais espaço pra quem realmente importa: Barry e Oliver. A relação deles tá sendo muito mais aprofundada, muito mais destacada porque, querendo ou não, a gente gostando disso ou não, é ao redor deles que tudo gira. E a Kara aparece pra confirmar a ideia de que pra ser totalmente o Arqueiro Verde, o Barry vai precisar aceitar a escuridão e, pra ser o Flash, o Oliver vai precisar ser feliz, só pra variar.  E depois de mais um desses momentos  fotos, surge o Cisco dizendo que a situação tá ruim e eles tão precisando de ajuda lá na Terra 1.

E depois de mais um desses momentos  fotos, surge o Cisco dizendo que a situação tá ruim e eles tão precisando de ajuda lá na Terra 1. E veja só, eles têm um plano. Atacar o AMAZO de todos os lados, não deixando que ele consiga copiar os poderes e habilidades de quem tá chegando no rolê agora, pra chegar o Superman e acabar com o robô. Mas sacumé, as coisas nem sempre são tão legais assim e o obviamente o plano não deu certo.

Então eles precisam se unir pra resolver essa situação. O plano é bem simples mas bastante funcional. Já que o AMAZO consegue vibrar como o Flash e nunca ser tocado, o que atrapalha bastante o Superman e a Supergirl. Então a ideia é o Oliver vibrar na mesma frequência que o robô, pra deixar ele tangível, o Super e a Kara segurarem ele e o Barry dar uma flechada pra explodir o bendito. E, no fim das contas, antes de dar a flechada, o Barry solta um “AMAZO, you have failed this city”, o que só serve pra deixar a Iris preocupada com quem vai voltar desse processo todo de mudança de corpo.

Depois de ter sentido uma vibração com o Monitor, o Cisco resolve mostrar pro Barry e pro Oliver o que ele viu. Não é muito surpreendente que o vilão percebe isso e afasta ele, mesmo aquilo sendo uma espécie de memória. Mas é o suficiente pro Oliver prestar atenção nos detalhes e desenhar o que ele viu, que inclui a Torre Wayne. E lá em Gotham, temos o primeiro vislumbre da Batwoman.

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.

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