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The Gifted – S02E05 – afterMath

Cadê os refrescos que estavam aqui?

Fala galera, tudo bem com vocês? Cá estou eu trazendo mais uma review de The Gifted! Confesso que após o episódio anterior, aquele que nos deixou sem fôlego, eu esperava muito mais deste aqui.

Esse nos propôs mostrar quatro extremidades: primeira, Caitlin e Jonh lutando para salvar a vida de um mutante que expeli ácido; o segundo foi a premissa da mutante que o círculo interno libertou; o terceiro ponto foi Jace se juntando aos Purificadores para perseguir os mutantes que escaparam da prisão o quarto foram Blink e Eclipse levando os mutantes libertados do hospital no episódio anterior para os cuidados de Erg, nos esgotos. Sigamos.

Aqui nos encontramos momentos depois do círculo interno ter libertado uma mutante que segundo as irmãs Frost, será de suma importância para os planos de Reeva, Rebecca. Os poderes dela são um tanto curiosos e eu estou ansioso para ver como ela vai se encaixar nessa estratégia. Rebecca tem o poder de inverter as coisas, ou seja, ela põe o que está dentro para fora e o que está fora para dentro: intrigante, né?

Contudo, pelo longo tempo em que ela viveu na prisão, Rebecca se encontrava sem perspectiva de vida, com medo do mundo e cheia de pavores interiores. Até que nosso querido Andy, demonstrou seu lado adolescente generoso e fez com que a mesma se abrisse. Com isso, pudemos ver do que a mutanter é capaz de fazer e ainda sentir o cheirinho de um futuro romance teen vindo por aí. Eu shippo.

Quando o assunto foi Caitlin, Jonh e mutante ácido a trama demonstrou solidez. Principalmente quando Jonh se machucou para que o mutante não morresse. No entanto, suas tentativas foram frustradas quando de maneira solta e totalmente amadora Jace e os purificadores invadiram o centro médico em buscas pelos portadores de gene x  e após parecerem um bando de loucos cheios de ódio, saíram do lugar sem encontrar aquilo que buscavam, felizmente.

Enfim, o que eu posso afirmar pra vocês é que a única extremidade que de fato deu certo e tem potencial suficiente para trazer bons caminhos foram às sequências nos esgotos. Os morlocks estão sendo trazidos de maneira curiosa. A cada aparição deles eu fico cheio de vontade de que os roteiristas deem mais destaques para eles. Acredito que os produtores queiram que nós fiquemos com essa sensação de fato.  Nesse episódio eles me deixaram ainda mais intrigados, principalmente pela marca do M em que todos os mutantes do saídos do hospício tiveram que fazer se quisessem permanecer na comunidade. Ah o interessante aqui foi que finalmente Blink foi de fato batizada de Blink. Eu tô completamente animado para ver o que Erg trará no futuro junto aos Morlocks.

No fim das contas, devo dizer que ‘afterMach’ tinha tudo para ser mais um episódio foda da série, no entanto, as tramas não se desenvolveram da maneira que deveriam, os enredos também não funcionaram muito bem e isso fez com que o ep ficasse estagnado, sem a fluidez necessária como todos esperavam. Não foi ruim. Mas poderia ser explorado muito melhor. Uma pena. Espero que tudo volte aos trilhos no episódio que vem. Até a próxima galera!

 

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Lucas Salles

Um baiano que é capricórniano, aspirante a jornalista, que ama festas, viagens assistir a sériados, ver uma boa treta e realitys shows! Ah, eu sou tirado a figura pública também, viu? Vão no instagram, busquem por @eulucassalles e vem seguir o paneleiro mais sã que já existiu, sqn!

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