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The Gifted – S02E07 – no Mercy

Eita que temporada tá só o ‘moonwalk’ do Michael Jackson

Migos, eu até tento defender ‘The Gifted’ com todas as minhas forças por amar demais o universo dos  X-Men, no entanto, essa temporada tá de um amadorismo tão surreal… Quando a série avança três casas  em um episódio, na outro retorna cinco. Assim fica complicado, hein? Sigamos.

‘no Mercy’ começou trazendo um flashback da Reeva onde é mostrado motivos para ela ser a grande opressora que ela é atualmente. Fiquei surpreso que no passado, ela compartilhava ideias parecidas com os da resistência onde mutantes e humanos podem sim viver lado a lado e pacificamente, mas, até um dos seuss ser morto por um mutante, ela enxerga que aquela possibilidade em que acredita está bem distante de acontecer. É aí que sua caminhada toma outros rumos.

Destaquei o trecho do flashback pois boa parte do episódio foi destinado a uma Reeva – antes vista como somente ditadora – mais humana. Percebam toda a sua sensibilidade no relacionamento em que ela criou com Quinn mesmo que tenha sido para somente usá-lo em seu plano (esse que vamos falar no próximo parágrafo). Ela mostrou que tem sentimentos e fortes. Isso é claro quando a little sociopata: Rebecca mata todos os humanos que havia no banco. Reeva agora além de cuidar de um sentimento de culpa, terá de buscar uma maneira de lidar com a garota. Além de lidar toda a fúria e ódio para com os mutantes, que vai se tomar depois desse do seu plano.

Agora sim, vamos ao plano. Uma pergunta que não quer calar: por que Reeva não mandou que as irmãs Stepford fizessem o que elas sabem fazer de melhor, que é manipular todos com seus poderes? Pra que diabos toda aquela elaboração desnecessária se algo simples poderia ser feito? Esse plano fez um resumo dos quão perdidos me parecem estar os roteiristas. Foi muita falta de criatividade. O que me deixa extremamente triste e desempolgado com o decorrer da temporada. Temos até alternativas, não convincentes para essa ideia maluca, tipo, todo esse plano pode ter sido gerado para o plot em que Rebecca mata todas aquelas pessoas pudesse vir a acontecer. Porém todo o lado psicopata dela que se aflora a cada episódio poderia vir à tona de uma maneira mais até potente do que essa.

Sobre a resistência, fiquei feliz de ver a união de Reed, Lauren e Cait. Eles finalmente conseguiram largar o drama da partida de Andy um pouco de lado e focar numa solução para seu real problema que é o poderil do senhor Strucker.  Além disso, Blink pois em voga (de maneira certíssima) toda a dúvida que nós também temos sobre o grupo. Qual o real propósito deles? A resistência está sem um norte desde o final da 1ª temporada. Isso sinceramente não era para acontecer. Eles sempre tiveram alternativas para as adversidades e ver a equipe da maneira que está é brochante.

Jace, por sua vez, foi convencido facilmente (outro que é só decepção) por um simpatizante (Benedict Ryan,) do bando de malucos chamados purificadores, para colocar o grupo em evidência e tentar os tornar heróis da sociedade. Só espero que esse plot me surpreenda. Até por que a causa em que eles acreditam pode render algo grandioso.

Por fim, quero saber de vocês, o que acharam do episódio. Por aqui eu só tenho lamentações a fazer. Aliás, lamentações e esperança. Ainda há tempo para a série voltar a nos entregar algo valha a pena assistir. Até a próxima!

 

 

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Lucas Salles

Um baiano que é capricórniano, aspirante a jornalista, que ama festas, viagens assistir a sériados, ver uma boa treta e realitys shows! Ah, eu sou tirado a figura pública também, viu? Vão no instagram, busquem por @eulucassalles e vem seguir o paneleiro mais sã que já existiu, sqn!

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