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The Gifted – S02E15/16 – ‘Monsters/oMens’ [SEASON FINALE]

Será que The Gifted tem forças para uma próxima temporada?

Fala galera! Como estão? Antes de comentar sobre os episódios quero pedir mil desculpas pelo enorme atraso da postagem. Estou mega corrido e sem tanto tempo disponível para escrever review. Desculpas feitas, vamos para os acontecimentos de “Monsters” and “oMens”.

Esses dois últimos episódios de The Gifted mostraram a potencialidade da série. Principalmente por focarem em seus personagens, onde tudo funciona melhor. O ponto alto do episódio 15 é sem dúvidas o ‘retorno’ do lado frio, calculista e fatal da Cait. Aquele mesmo que vimos em ‘outMatched’. Como eu amo a personalidade dessa mulher.

Percebam a lucidez de Cait ao sacrificar os Morlocks para simplesmente salvar sua filha. Isso é quase psicopático. Ela sabe aonde quer chegar e sabe exatamente o que fazer para tal coisa. Isso é massa de se assistir.

Outro ponto chave do ep veio também da família Strucker, Reed, esse que inclusive tem me deixado bastante surpreso. Isso pelo seu bom desenvolvimento.  Vê-lo transformando Ted em carvão foi algo que me deixou bastante chocado (são esses os tipos de cenas que queremos produção). A decisão dele em parar de tomar o remédio para oprimir seu gene X  foi a melhor que ele já tomou em toda a sua vida.

A baixa fica por conta do personagem mais mala da série: Jace. Os roteiristas não sabem o que fazer com o personagem, ponto final. Ele fica zanzando de um lado a outro sem saber onde quer chegar. Olhem a facilidade com a qual um ex-sentinela é ludibriado pelo Benedict Ryan quando o mesmo vai atrás de respostas. Ele é minha decepção. Certa foi a mulher dele que caiu fora desse embuste.

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A season finale foi até melhor do que eu esperava. Nada AMAZING, mas foi algo bem longe de ser ruim. Tivemos realmente o término do arco de Reeva e isso é de extrema importância para o futuro da série, já que não sabemos se a mesma terá uma renovação. Para refrescar a mente dos navegantes, o plano de Reeva era forçar a emancipação de uma nação mutante pela incitação de uma revolta, manipulando os Purificadores por intermédio de Benedict Ryan.

A fim de fazer algo redondo, sem pontas, a direção do show parte para o ápice da fúria de Reeva que manda Ryan enviar todos os purificadores acabar com a resistência. A partir daí Jonh cheio de vigor e raiva devido a ‘morte’ da Blink, desce para enfrentar sozinho e com sua machadinha em mãos, todos os purificadores, que sem chances, sucubem ao poderoso Thunderbird. Ele ainda teve uma pequena ajuda do Erg. Clarice vingada.

Enquanto isso, as Irmãs Stepford que fazem uso do poder de invisibilidade de Fade e sequestram Andy e Lauren. Manipulados pela telepatia das Cuckoos, os irmãos Struckers trazem a tona os ‘Fenris’, seu destrutivo poder e mesmo sem vontade destroem todo o prédio do Sentinel Service, dando início à revolução que Reeva tanto queria. O interessante aqui é Esme, que desde o início não almeja controlar os meninos.  Posteriormente, graças a Lorna, que traz de vez uma lucidez para Esme, os jovens são salvos e a telepata finalmente passa a ficar do lado que ao menos eu acho correto seguir.

Por estarem feridos, Lauren e Andy ficam fora do embate final e a cena é protagonizada por Reed, e a seu sacrifício, tendo Cait, Lorna e Marcos como seus coadjuvantes. Pelos flashbacks durante todo o episódio, sabíamos que esse seria o fim do Strucker Pai. A volta de seus poderes e todo o seu desenvolvimento também entregou que algo parecido estaria por vir. Cheio de drama, Reed enfrenta Reeva sozinho e consegue de forma bastante emocional explodir ela e seus planos, pondo um fim a todo o seu mau.

P.S: algo que não posso deixar passar batido é a volta de Blink, no minuto final da série ela retorna linda, com as famosas adagas em mãos, trazendo algo que arrisco a dizer apocalíptico para ser desenvolvido numa eventual 3ª temporada. Aguardemos.

Por fim devo dizer que embora esse último episódio tenha sido um dos melhores da season, ele ainda sim mostrou o quão acomodado são os roteiristas. A série encerra suas tramas principais nesta segunda temporada deixando alguns espaços para futuras explorações repletas de potencial com o universo dos X-Men. Para mim, fã da franquia X-Men, espero sempre mais das suas produções. Sabemos que uma série de Tv têm seus recursos limitados, mas aqui eles davam para fazer mais, muito mais. Eles têm personagens legais, tramas legais e diversos outros fatores que mostram o quanto rico essa série pode ser. É preciso novidade caso eles queiram trazer mais um ano de show.

Dito tudo isso acima a pergunta que não quer calar é a seguinte: The Gifted tem forças para uma terceira temporada? A resposta eu deixo para vocês.

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Lucas Salles

Um baiano que é capricórniano, aspirante a jornalista, que ama festas, viagens assistir a sériados, ver uma boa treta e realitys shows! Ah, eu sou tirado a figura pública também, viu? Vão no instagram, busquem por @eulucassalles e vem seguir o paneleiro mais sã que já existiu, sqn!

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