O maior inimigo de todos os tempos!

The Last depois de uma estreia com episódio duplo bem assustadores, no bom sentido, mostrando que a série tem o que respirar depois da descoberta da cura, morte da Rachel e uma ressurreição do mundo pós-apocalíptico.

Vimos que o problema do mundo não são as pragas e pessoas, e podemos comprovar com os orientais carregando uma parte de tripulantes do Nathan James para um lugar bem isolado, incluindo o capitão Mike, só que ele foi separado de seu grupo ano local, pois ele iria de encontro com um líder da organização, mas não para conversar e negociar, mas sim o para pegar uma bolsa de sangue dele, e comecei a cogitar que eles estariam por trás da mutação do vírus. A outra parte da tripulação foi para um lugar fechado, onde eu vi, pela inteligência deles, que tudo aquilo poderia os ajudar.

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No Nathan James, quem estava tomando conta era o Tom, que tentava com as poucas dicas descobri para onde os amigos haviam ido, mesmo que inicialmente o presidente americano quisesse que ele voltasse, mas por lealdade a seus antigos parceiros preferiu ficar e me surpreendo com essas fidelidades que existem em períodos de guerra. O Tom também aproveitou para colocar o Nathan James em ordem, onde colocou a Granderson como sua substituta imediata, tirando o irmão do Burke da função, por todas as cagadas que ele fez, e amei essa atitude, pois ele foi fraquíssimo no comando e também porque não fui com a cara dele. Por ter incluído personagens novos como a Jesse, ficamos meio perdidos na sua história toda, mas só de saber que o irmão dela morreu e ela procura “revenge”, já a amei, porém ela não queria ficar com a tripulação e levaria o helicóptero.

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A Sasha é uma pessoa que bota pra pocar e ela colocando o Capitão contra a parede em seu próprio navio foi demais, pois concordo com ela que não seria bacana o capitão do navio ir para uma missão, colocando todo o navio em risco. Se já não basta ter milhões de problemas, no navio ainda tinha o Burke ouvindo o seu irmão reclamar sobre ele ter sido rebaixado ZZZZzzz, mas claro que cada um coloca quem confia em cargo de chefia, migo, creio que o Tom nem te conhecia e tu ainda faz cagada.  O Mike depois de ter uma parte do seu sangue retirada acabou acordando e para nossa surpresa esse sangue seria transfundido no líder da organização 😮 e crio milhões de teorias, mas a que mais me fez ter algo para o futuro é que esse chinês esteja doente e com o sangue transfundido haveria uma mutação genética no vírus.

O Nathan James inicia uma missão em terra com vários marujos em terra, incluindo o Tom e era em um local bem estranho, onde todo mundo andava bem armado e ninguém assustava, dó que a Sasha manjava de todos os praranauês e conseguiu levar o Tom a um chefe da terra sem lei, que depois de muita negociação, trocou algumas informações por um relógio parecido com o que eu quero ¬¬. No local onde estão os marinheiros presos, o suboficial estava tentando traçar longitude e latitude devido ao meio dia local, e fiquei assustado, porque achei genial e pesquisarei mais, mas tudo foi interrompido quando ele é pego pelos capangas e o Tom é jogado lá, onde explica do sangue dele, com o pouco que sabe. Depois disso tudo e sem o suboficial (Russ) voltar, eles todos são levados para um banquete com o líder e descobrimos mais uma informação intrigante, que nos fazendo levantar mais dúvidas, é que o líder é um ex marinheiro da marinha japonesa.

A Casa Branca tem muitos problemas e a Kara ainda tinha que tentar tirar um jornalista da sua cola, já que ele cisma que os EUA está entrando em guerra com a China. Ao voltar para o local dos sequestrados, vimos que o Russ estava bem-acabado após tirar seu sangue, mas o pessoal estava tentando um jeito de fugir daquele local, mesmo com muitos cachorros e homens, porém conseguem sair pela privada e comecei foi a rezar. A Equipe em terra estava à procura das informações encontradas, mas não encontravam nada e o Tom com um olho clínico viu uma blusa com a identificação do Mike e foi para cima do homem e nisso acabou todo o seu disfarce, e virou uma correria retada, pois estavam lotados de agentes chineses (MSS), mas eles conseguiram escapar, mesmo com uma grande burrice e falha emocional do Tom.

Nos últimos 10 minutos de série ficou muito emocionante com muitas ações simultâneas, e amo isso. Primeiramente foi a inteligência do Wolf em jogar um gás para dispersar o povo e eles conseguirem fugir dos MSS, mesmo com eles matando muita gente da terra sem lei e poucos dele morrendo, porém foi por pouco tempo, pois logo o Wolf encontrou um chinês e começaram a lutar, do melhor estilo filme oriental, com menos exagero, mas com intensidade, que só acabou quando o Green chegou dando tiro, mas nem matou o chinesinho. Depois veio os dois que conseguiram fugir e logo graças aos cachorros os capangas descobriram o que tinha acontecido e foram atrás para ver o que acontecia, mas os meninos queriam se localizar melhor onde estavam e demarcar pontos estratégicos, então logo foram capturados novamente pelos capangas, mas fiquei meio agoniado com aquilo tudo.

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No Nathan James aconteceu algo que eu esperava, que era a Jesse entrar definitivamente para equipe, graças a Granderson, que mesmo sem confiança, foi competente e graças ao helicóptero pilotado pela Jesse, o Tom e sua equipe saiu ilesa e com informação muito importante sobre o uniforme e quem tinha repassado, mas aquilo ainda era pouco, pois não sabia a localização exata. Os meninos que fugiram deram as informações aos seus colegas, sobre o que havia acontecido uma espécie de localização mais apurada. Porém o plot maior veio quando o Takehaya revelou ao mundo que tinha prisioneiros de guerra com ele em uma transmissão ao mundo.

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Que essa série é insana todos nós sabemos, mas a forma com que ela soube sair do apocalipse e virar uma série de guerra foi genial, méritos a toda a equipe, pois as não é só de um bom texto que vive uma série, a produção é impecável, as tomadas de ação, cenas feitas em alto mar, tudo de primeira qualidade. Sobre o episódio, eu esperava, talvez, porque o nível de The Last Ship seja bem alto e não gosto de nada mediano, que foi esse episódio, mas os dez últimos minutos foram fantásticos e valeram a pena demais, e só me faz a agradecer por ter encontrado essa série para assistir.

PS: Estou começando a crer naquela premissa, sem corpo, sem morte, então a Rachel pode está viva.

Então é isso, até mais um forte abraço e até a próxima, e não deixe de comentar.

 

 

Phelipe
Phelipe

Estudante de Direito, Cruzeirense, polêmico quando deve ser, mas bem passivo às vezes, além de confuso, autêntico. Começou o seu amor por série com Prision Break e depois disso virou vício.
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