Mas gente, não foi ontem que a nona temporada terminou?

Se você também está com essa impressão, vem cá me abraçar! Eis que chegou o dia e a nova temporada de The Voice US estreia e enche nossos corações de esperanças (para depois nos apunhalar como se fossemos inimigos).

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Numa noite com grande número de #4chairs e cheia de química na bancada, marcada principalmente pelo retorno de Xtina, tivemos talentos promissores, que nos fazem ter um fiozinho de esperança por uma temporada de alto nível. Não tivemos uma apresentação dos coaches nessa noite, mas sabemos que foi gravado, então já já devemos ver.

Nessa temporada eu, Gerson, estarei de volta cobrindo o reality, e Lindomar vai revezar comigo em alguns episódios. Manteremos os comentaristas mais amados do público paneleiro e os divertidos selos (mas só nos Live Shows). Por outro lado, o sistema de notas está eliminado. Sem mais delongas, hoje teremos Dam e Clarice me ajudando a aumentar o ibope da review. Vem conferir.

Paxton Ingram – “Dancing on My Own” by Robyn

De Miami, Paxton é um fã de street art e de Michal Jackson. Pelo que pudemos conhecer da personalidade dele, achei a songchoice bem condizente e bem a cara dele. Achei uma apresentação bem OK, sem um grande momento. Ele imprimiu bastante emoção, mas senti uma apresentação bem linear. Achei interessante o timbre e a alegria contagiante. Já prevejo que o odiarei no decorrer do programa ahahahahaha. Blake lutou e acabou conseguindo o improvável. Paxton é agora #TEAMBLAKE.

Clarice: Jeffery is back? hahaha Ainda ouço a performance dele dessa música, aí vem Paxton e faz uma apresentação mediana. Ok, ele foi bem no que fez, mas senti falta de um grande momento da música. Talvez seja culpa do Jeffery por eu esperar algo a mais… hahaha

Dam: Tirando o fato de o rosto dele me lembrar uma tartaruga ninja, não foi lá uma audição extraordinária. Porém, foi correta e muito bem executada. Só senti falta de um big moment na música.

Caity Peters – “Jealous” by Labirinth

Caity tem 21 anos e quer uma chance de fazer algo diferente do resto da família. Essa música é muito amor e quando ela começou a cantar, já senti amor! Caity teve alguns problemas, principalmente pelo nervosismo, mas conseguiu colocar sua emoção e contagiou todos os quatro mentores. Ela titubeou, mas acabou escolhendo ser #TEAMPHARRELL.

Clarice: Outra que resolveu relembrar Jeffery hahahaha Que voz suave e bonitinha, adoro o jeito que ela termina a frase na música. Gostei, mas não sei se merecia #4chairs, né?

Dam: Na entrevista eu já tinha gostado dela de cara, mas quando chegou na performance eu broxei total. Achei fraca, sem vida e eu não tive como não lembrar do meu amor Jeffery <3

Nick Hagelin – “Lost Stars” by Adam Levine

De Atlanta e dançarino de Balé, Nick vem com vontade de largar a dança e se jogar na música. Nick já tem sua história triste, com seu filhinho super fofo. Achei a escolha musical um pouco precipitada, pois ficou muito karaokê. No entanto, acho que Nick conseguiu mostrar algumas habilidades que podem vir a pesar a seu favor. Aparentemente, Adam não gostou muito da versão de Nick hahahaha. Nick teve a chance de fazer um bom trabalho com Xtina, mas acabou se cagando e virou #TEAMPHARRELL.

Clarice: SOCORRO!!! Tem um moço no palco estragando a música do meu Adam! Algo na voz dele fez com que eu odiasse tudo, faltou alcance na música… e vamos combinar que cantar música do coach na frente dele não pode fazer feio, né? 3 cadeiras ainda? O.o

Dam: Tirando a parte que ele é lindo, eu não tenho muito o que dizer. Só que ele é um cantor na média que escolheu uma música que exigia muito mais do que ele ofereceu. Faltou sentimento na performance dele e entendo Adam não ter virado.

Maddie Poppe – “Dog Days Are Over” by Florence + The Machine

Com 17 anos, Maddie parecia super empolgada com a possibilidade de estar no programa. Talvez isso tenha comprometido sua apresentação. Achei a songchoice dela meio errada, uma vez que eu a imaginava no estilo mais de Jessie Pits, da Season 7. Infelizmente, faltou fôlego e alcance pra loirinha, que tenho certeza que voltará no futuro. #ELIMINADA

Mary Sarah – “Where the Boys Are” by Connie Francis

Mary vem preencher a cota loirinha do Texas, que mora em Nashville e ama country music. Não conhecia a música, mas quando ela começou a cantar, eu só pensava nas atrizes de musicais. Que voz maravilhosa, que expressão corporal e que alcance! Estou apaixonado! Mary mostrou que é capaz de muita coisa, e conseguiu todas as 4 cadeiras. Acredito que ela ainda tem muito potencial a mostrar, e isso vai ser muito explorado no #TEAMBLAKE.

Clarice: Aí sim uma #4chairs com cara de #4chairs! Que apresentação encantadora, perfeita, Mary tem algo de diferente, o que me fez gostar. E tem um alcance sensacional ainda. Triste por ela escolher o Blake hahahaha

Dam: Não, posso falar? AMEEEEEEEEI essa Blind! Sem dúvidas já é uma das minhas favoritas. Que delicadeza, que voz gostosa de ouvir. Mary salvou minha noite.

Mike Schiavo – “Talking Body” by Tove Lo

Uma das Blinds liberadas antes da estréia, Mike mora em Los Angeles e trabalha como gerente de uma loja. Seu sonho é trabalhar com música, e é por isso que ele veio ao The Voice. Numa versão acústica linda de “Talking Body”, Mike conseguiu mostrar sua versatilidade vocal, com graves seguros e notas potentes, seguidas de falsetes bem executados. Não por menos, ele virou 3 cadeiras, cantou com Adam e por fim se tornou parte do #TEAMADAM.

Clarice: Uma versão totalmente diferente da música, voz e violão, uma rouquidão incrível… adorei Mike! E gente, o cara ZEROU A VIDA ao cantar com o Adam! hahahaha E seguiu a lógica ao escolher o Adam. Espero que vá longe.

Dam: E não é que a primeira noite das Blinds melhorou e muito? O que é Mike, minha gente? To apaixonado pelo estilo, pela voz, por ele, to amando tudo. Mentalizei até o dueto dele com o coach na final.

Queen Sessi – “Show Me Love” by Robin S.

Sessi é de New York, de origem Latina e com o estilo que a cidade representa. Apesar de vocais bem seguros, acredito que Queen pecou na songchoice, onde apareceu que ela estava apenas cantando por cantar, pra mostrar que sabe gritar. O resultado foi #ELIMINADA.

Bryan Bautista – “The Hills” by The Weeknd

Bryan é do Brooklyn e vem tentar a segunda chance no The Voice. Na nona temporada ele esteve no programa e não conseguiu virar nenhuma cadeira, uma vez que escolheu mal a canção. Dessa vez, ele trouxe o sucesso de The Weeknd, e achei outro tiro no pé. Achei uma apresentação bem bizarra, com sua voz tremendo em muitas partes da música. Gostei dos falsetes e da entrega, mas paro por aí. Ele conseguiu Xtina e Blake, mas trollou Blake na hora de escolher o coach. Assim, Xtina consegue seu primeiro artista, com pouca qualidade, mas muito carisma. #TEAMXTINA

Clarice: Adoro esses que voltam, porque eles sempre aprimoraram tudo o que os coaches apontaram que precisavam melhorar. E ele voltou numa pegada bem diferente da que apresentou temporada passada. Gostei bastante, porque The Weeknd não é pra qualquer um.

Dam: Genteeeeee, que homem!!! Eu não lembrava que esse docinho tinha participado da season passada. Pois ainda bem que ele voltou, pois já tenho várias fantasias com ele. Fora isso, gostei da song, combinou com ele e já mostrou o caminho que Xtina tem que seguir.

Abby Celso – “Should’ve Been Us” by Tori Kelly

Outra de New York, Abby tenta seguir os passos de seu pai na música e honrar sua mãe. Adorei a songchoice, e acho que ela veio inspirando confiança no palco. As transições foram bem executadas e o refrão mostrou do que ela é capaz. Adam e Pharrell viraram pra ela, argumentaram, mas Abby resolveu ser #TEAMPHARRELL, e a prevejo eliminada logo logo, uma vez que sinto que ela precisa de um pouco mais de treinamento e escolhas inteligentes para sua voz.

Clarice: Quem vê Abby falando sobre sua história, nem imagina que ela tem esse vozeirão mais grave. Que demais, gente!! E canta super gostosinho de se ouvir. Gostei.

Dam: Enquanto uns cagam nas songchoices, outros são mais sensatos e nos presenteiam com músicas maravilhosas. Esse foi o caso da Abby, ela tem uma voz bem diferente do que estou acostumado a ouvir, mas a junção do timbre dela com essa música super gostosa… Posso dizer que Abby arrasou, exceto na escolha do coach.

John Gilman – “Don’t Be Cruel” by Elvis Presley

Com 23 anos, John tem um estilo bem diferente dos que vimos até então. Cantando Elvis, ele representou o rock no programa e conseguiu com que Adam virasse sua cadeira. Achei a apresentação bem regular, sem grandes momentos e sem grandes erros. Assim, John é #TEAMADAM e provavelmente não vai longe.

Clarice: Rockzinho e óbvio que Adam virou. Esse estilo não me agrada muito, o cara tem uma voz bacana, mas não acho que vá longe não.

Dam: Gente, deixa eu acabar de rir aqui. O que esse homem foi fazer ali hein? KKKKKKK e pior ainda, por que Adam virou? Eu não sei o que dizer, sinceramente. Por que, Adam?

Alisan Porter – “Blue Bayou” by Roy Orbison

A última apresentação da noite é de Alisan, a mulher de 34 anos que foi a primeira Blind liberada pelo programa. Alisan me soou profissional durante toda sua apresentação. Sua voz soou estridente algumas vezes, mas completamente controlada. Ela conseguiu mostrar emoção com a sua interpretação e fez com que todos os mentores virassem. Todos queriam Alisan, mas quem se deu bem foi Xtina. Uma grande aquisição para a loirinha. #TEAMXTINA.

Clarice: Ahhhhhh, que vozeirão incrível!!! Amo high notes bem executados, alternados com momentos mais suaves. Alisan vai longe pelo Team Xtina, será a parceria perfeita!

Dam: Só queria dizer que já temos nossa campeã e que pela primeira vez na história do The Voice teremos uma coach vencedora. Se isso não acontecer, eu abro o Mar Vermelho e jogo a América dentro.

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Avaliando essa primeira noite, podemos dizer que alguns candidatos são de alto nível e tem a chance de ir muito longe. Por outro lado, tivemos alguns candidatos bem fracos, que nos fazem pensar como conseguiram entrar na competição. Não foi a melhor estreia de temporada, mas não foi de todo ruim.

Para mais informações, downloads das músicas e legendas dos episódios, não deixe de acessar a página do nosso parceiro Grupo SubVoice.

Até a próxima!

Gerson Elesbão
Gerson Elesbão

Nem tão complicado demais, mas nem tão simples assim: quebra-galho, colunista e seriador. Dificilmente atualiza o Banco de Séries, mas adora gongar as séries amadas pelo público. @gersonelesbao
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  • Almir

    Também prefiro com o sistema de notas. Faz muita falta.

    Gostei da review. Achei o episódio bastante fraco, só gostei de 2: Alissan e Mike. Espero que melhore nos próximos.

    • Gerson Elesbão

      Almir, obrigado pelo comentário. Preparamos algo novo para vocês leitores. Fiquem de olho!

  • Paulo Adriano Rocha

    …”enche nossos corações de esperanças (para depois nos apunhalar como se fossemos inimigos)”.
    Melhor maneira de começar a review. Hahahahahaha! Resumão do programa e nossos sentimentos em relação a ele. Parabéns já por aí. Rs.
    Bom, eu não fui muito com a cara de ninguém, não vou mentir. O que eu achei mais legal foi o Mike… A Alisan pode até fazer a Xtina campeã essa temporada (o que ela realmente merece), mas vai ser bem na base da apelação. História triste + mãe + ex droga + ex atriz infantil… Senti uma vibe Barret aí… ainda bem que não foi pro Blake, se não, era Penta esse ano na certa.
    No demais, parabéns pela review. Como sempre, acompanhando tudo por aqui.

    • Gerson Elesbão

      Oi Paulo! Bom te ver aqui hahaha! Obrigado pelo comentário e pelos elogios. Vamos ver se dessa vez Xtina se consagra.

  • Brendo

    Cadê o sistema de nota?

    • Gerson Elesbão

      Brendo, obrigado pelo comentário. Preparamos algo diferente. Fique de olho!

  • Felipe Azeredo

    Pasmooooo com os comentarios kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk amo o Panela de serie!
    mas sobre o the voice, achei o ep mediano, consegui gostar apenas de 2 :/

    • Gerson Elesbão

      HAHAHAH Obrigado Felipe! Continue com a gente!

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