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The Voice US – Aquecimento Season 15: As Maiores Cagadas da Produção

Sabem quem está para voltar? Ele mesmo, o The Voice, o programa que odiamos amar.

Pera, pera, pera. Calma aí! Antes de qualquer coisa, já viram as duas blinds liberadas da nova temporada? Caso não, vejam aqui, legendadas pela incrível equipe do SubVoice.

 

Voltando ao assunto principal. Nós amamos o The Voice, mas esse amor é super consciente e tem plena noção de todas as escolhas equivocadas que a produção faz algumas vezes. Aposto que se vocês fizerem um teste, fechando os olhos e tentando lembrar de coisas que eles colocaram no programa e que vocês odiaram, conseguem lembrar de, pelo menos, cinco em trinta segundos.  Então tiramos esse último aquecimento antes da estreia, para listar seis delas e, talvez, fazer uma previsão para mais uma possível cagada. Venham ler e relembrar toda a loucura que já saiu da cabeça desses produtores.

1. Bloqueio

Que ideia terrível foi essa, minha gente?
Tava claro que nada bom sairia disso, já que o act perderia a chance de ir com o seu coach favorito, provavelmente. Como foi o caso do Britton Buchanan, que o Adam foi bloqueado e o menino estava louco para escolhê-lo como coach, mas acabou tendo como coach a Alicia Keys. Ou a Hannah Goebel, que cantou uma música da Alicia com a própria na bancada, mas viu seu sonho ser desfeito quando Kelly a bloqueou. Acho que a desilusão foi tamanha, que a menina até abandonou o programa nas battles.
A produção precisa entender que esse bloqueio não ajuda ninguém, não é divertido, só deixa as pessoas decepcionadas.

2. Battles: Round 2

Essa ideia, pelo menos, não foi em frente!
Os Knockouts são minha fase favorita do programa, que é quando o act tem a chance de se mostrar ao público, escolhendo sua própria música e revelando quem ele é como artista. Muitos favoritos despontam nessa fase e o que a produção resolveu fazer na season 6? Isso mesmo, trocar os KOs, por outra fase de batalhas, onde os pares escolhiam uma música entre três opções. Eu nem falo muito, porque uma das minhas performances favoritas veio dessa fase, mas precisamos concordar que o programa perde em qualidade e conteúdo quando eles fizeram essa escolha.

3. Playoffs

Essa fase já teve sérios problemas, coitada.
A gente sempre foi muito mal acostumado com três dias de playoffs, ao vivo e um festival de performances maravilhosas. Mas a produção achou que seria bacana começar a querer inventar e estragar tudo.
Já tivemos playoffs em apenas um dia, lembrem da confusão de vinte e quatro pessoas cantando e resultados em duas horas e tentem pensar se foi uma boa ideia. Já tivemos playoffs gravados, o que tirou a influência do público nessa fase e deixou tudo nas mãos dos coachs, o que pode não ser uma boa ideia. Já fizeram playoffs, onde dois times performavam num dia, mas os votos só eram anunciados no dia seguinte, junto com os outros dois, o que dava tempo para os coachs pensarem e decidirem suas escolhas. Ou seja, zero justiça. Agora temos esse sistema louco de votação pelo Twitter, que não é nada justo ou que funciona da forma que deveria. O primeiro a se apresentar acaba sendo mais privilegiado que o último. E ainda teve esse último, que todos que apresentaram na primeira noite e o mais votado foi salvo. Vinte e quatro pessoas performando em duas horas, fora os mil intervalos. Sobram alguns segundos para cada act. Como conquistar o voto assim? Na noite seguinte, os vinte restante cantaram novamente, o público salvou mais um e depois o coach escolheu o último. Pra que essa confusão, gente?
Devemos todos entrar no consenso que playoffs precisam ser ao vivo e durando três dias, ok? Ok.

4. Massacre

Ah, que saudades dos meus tops normais.
Lembram quando tínhamos top 12, top 10, top 8, top 6, top 5 e finale? Éramos felizes e não sabíamos! Agora precisamos nos contentar com uma eliminação semanal e depois um corte seco de ver QUATRO participantes sendo mandados para casa logo antes da final. Eu sou bem traumatizada com o massacre, porque eu sempre vejo um favorito meu indo embora dele, foi assim com a Amy Vachal, com a Shalyah Fearing, Brendan Fletcher e o meu amorzinho Noah Mac. Dois desses não mereciam ter sido eliminados no massacre, mas não vamos tecer comentários sobre a injustiça, vamos falar sobre o fato que se tivesse um top 6, possivelmente a Amy e o Noah estariam nele, e essa chance de performar novamente, poderia ter dado um lugar na final a um deles ou aos dois. Enfim, essa escolha por cortar o número de participantes pela metade, depois de enrolar na eliminação ao longo de três semanas só mostra como o programa e a produção não se preocupam nadinha com os participantes.

5. Wildcard

Vamos falar sobre a escolha mais cagada, que alterou o resultado de uma temporada?
Todos sabem que o Matt McAndrew tinha um enorme acumulado no iTunes, certo? E com esse acumulado, ele tinha uma boa vantagem na disputa da final. Só que com essa ideia terrível de trazer um eliminado de volta, todo o bônus e acumulado foram descartados! Então não adiantou nada fazer performances maravilhosas ao longo de toda a temporada, tudo isso não significou nada diante do que a produção decidiu fazer. Fora que, será que era realmente justo trazer algum eliminado para a final? E se o votado fosse o eliminado do top 12? E se ele ganhasse o programa? Os outros três finalistas tinham lutado semana após semana, para ver alguém voltar de repente e roubar o prêmio. O “menos pior” foi que o retornante foi um dos eliminados daquela semana, então foi alguém que percorreu o mesmo caminho de todos. Mas todos precisam aceitar que essa escolha mudou tudo e deu a vitória do Blake.

6. Músicas de Natal na Final

Sempre ficamos esperando pelo single dos finalistas, principalmente após o hino Wasted Love. Mas então a produção achou bacana trocar, nas temporadas do final de ano, o single por uma música de natal. Então não pudemos ver um material original do Jordan Smith, por exemplo, que vendia igual água no deserto e perdeu a chance de ter uma música própria vendendo rios no iTunes. O programa algumas vezes peca em não dar a chance para os participantes brilharem como deveriam, tanto que muitas pessoas falam que o The Voice é mais sobre os coachs do que sobre os acts e eu tenho que concordar. Então, como produtora, eu faria o possível para disponibilizar meios de fazer esse artista acontecer. Mas parece que eles tem outras prioridades.

BÔNUS: O Quinto Coach

A bomba da vez é o quinto coach, que vai auxiliar seis participantes que não viraram cadeiras e um deles entrará na fase dos playoffs para disputar uma vaga nos lives shows. Gente, vocês já pararam pra pensar na chance disso dar errado? A série paralela vai ao ar no YouTube e muita gente nem vai acompanhar, ou seja, a pessoa vai cair de paraquedas numa fase super disputada e ninguém vai saber quem ela é! Olha, que fofo, querem dar uma chance para quem não virou cadeiras. Ótimo, convidem para tentar novamente na próxima temporada, mas não inventem um quinto time que quase ninguém vai saber que existe.

Vocês conseguem pensar em outras escolhas condenáveis da produção e que não estão nessa lista? Deixe nos comentários. Vote naquela que você acha a MAIOR cagada da produção aí na enquete. E mesmo depois de tooodos esses erros, a gente sabe que você estará de volta para a nova temporada do programa, assim como nós do Panelas. Então cola com a gente que é sucesso!

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Thais Pereira

Feminista, leonina com ascendente em gêmeos e lua em virgem, viciada em memes, em Friends e problematizar na internet. Formada em História da Arte, mas consciente que nunca vai trabalhar com isso na vida. Normalmente eu escrevo e falo mais do que deveria. Eu mesma, Thais Mello.

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