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The Voice US – S14E12 – The Knockouts Premiere

Hora da verdade!

Faaaaaaala minha gente! Voltei! Agora vamos de Knockouts, uma das minhas fases preferidas do The Voice! Nessa temporada, a principal mudança ficou pelos advisors. Geralmente tínhamos um Key Advisor, que ajudava todos os coaches, mas nessa temporada a coisa mudou. Dessa vez, a produção decidiu chamar antigos vencedores do programa pra dar uma ajuda na galera. Os escolhidos foram: Cassadee Pope (Vencedora da S3), ajudando Kelly Clarkson; Jordan Smith (Vencedor da S9), ajudando Adam Levine; Chris Blue (Vencedor injustamente da S12), ajudando Alicia Keys; e Chloe Kohanski (Vencedora da S13), ajudando Blake Shelton.

Nessa fase do programa, os candidatos são pareados e cada um escolhe sua música, aproveitando suas características e dando seu melhor. O legal é que dá pra gente conhecer mais de cada candidato, ver sua versatilidade, ver que caminho quer seguir, e por aí vai. Claro, escolhas erradas sempre acontecem, e aí a gente tem cagadas homéricas, tanto dos coaches quanto dos candidatos. Outra novidade dessa temporada é que, além de um STEAL que cada coach tem nessa fase, ele também tem um SAVE, que pode ser usado em algum candidato do próprio time que perdeu o embate. Claro, se o coach usar o SAVE e outro coach usar o STEAL, cabe ao candidato escolher o que fazer da vida.

Mais uma vez usaremos as luvinhas, pra ilustrar de qual candidato gostamos mais em cada KO. Usaremos os nomes dos candidatos em cima de cada sticker, pra ficar mais fácil de entender. Os dois comentaristas e este reviewer que vos fala têm o direito a dar uma luva para cada apresentação, como sinal se gostou ou não. Pra ficar mais claro: o candidato que ganhar 3 luvinhas foi super amado por nós; o que ganhar ZERO luvinhas foi odiado. É simples e fica mais claro ao longo da review, então vamos lá.

Quem me acompanha hoje é minha dupla de quengas amigos favorita, Michel e Válber! <3

#TeamBlake

Jaclyn Lovey – “Put Your Records On” by Corinne Bailey Rae

Gerson: Eu podia vir aqui e ficar dizendo o quando essa performance foi basiquinha. Mas gente, que performance envolvente! A gente tá pré-definido a achar que uma performance marcante tem que ter vários agudos, várias inflexões vocais, várias firulas. Jaclyn fugiu disso tudo e me surpreendeu. Ela fez uma performance gostosa de ouvir, vocalmente excelente e, acima de tudo, cativante. Ela se divertiu enquanto cantava e cantou algo que destacou seu timbre belíssimo. Não era grande fã de Jaclyn, mas hoje ela me ganhou.

Michel: Eu adoro essa música, gosto muito do timbre da Jaclyn e achei até que ela fez uma boa performance, mas o problema foi que tudo ficou muito previsível, faltou mais impacto na sua performance. Assisti a sua performance e fiquei tipo: “Que bonitnho, mas e daí?”. Gostei muito dela nas audições, porém confesso que aos poucos foi me cansando pela falta de uma performance que fugisse do padrão “apenas mais um timbre bonito”.

Válber: Eu amo essa música graças a versão solo de Danielle. Enfim, o início dessa performance me lembrou muito da Glaser. Depois conforme a música ia crescendo ela foi perdendo força, deu a sensação de que estava cansada.

Kyla Jade – “You Don’t Own Me” by Lesley Gore

Gerson: Euzinho já estava pronto pra encher Kyla de elogios. Ela não é o tipo de artista que me chama a atenção, mas esse começo dela foi fenomenal, voz contida mas poderosa, olhar debochado, eu tava amando. Mas aí a música subiu e o descontrole veio. Achei que virou uma bagunça desordenada, um monte de agudos (bem executados, diga-se de passagem) e a descaracterização total da música. Enfim, acho que Kyla precisava de uma orientação pra evitar isso, algo que Adam conseguiu fazer com algumas candidatas desse tipo, e que Blake não vai ser capaz.

Michel: Olha essa mulher tem uma voz poderosa, foi inteligente na escolha da música, porém senti falta de mais atitude, até porque esses vocais mais fortes e essa música em particular pedem isso. Vocalmente eu gostei muito, apesar de alguns trechos terem soados um pouco gritado pra mim, a Kyla conseguiu imprimir sua personalidade na música vocalmente, só senti falta dessa atitude que ela passa nos vocais em sua presença de palco. Para mim sua melhor performance de longe, mostrou finalmente ao que veio no programa. PS: só não berre mais que isso, senão já pego ranço.

Válber: As definições de pisão foram atualizadas. Kyla esmurrou a Jaclyn só com aquela intro.

Jaclyn Lovey vs. Kyla Jade

VENCEDORA: KYLA JADE | ELIMINADA: JACLYN LOVEY

Aqui foi muito do que falei no meu comentário ali em cima. A gente tende a achar que performances marcantes são aquelas com notões, cheias de agudos e melismas. E os coaches ficaram vidrados nisso, naquela performance bem louca da Kyla. Eu gosto dela, acho que ela tem uma boa técnica, mas precisa dosar e fazer algo diferente do que já vimos no programa, ou então será eliminada rapidamente. Triste por Jaclyn que fez um trabalho muito bom e merecia uma chance no fraco Team Blake.

#TeamKelly

Justin Kilgore – “Shameless” by Garth Brooks

Gerson: Justin, Justin, Justin… Sempre difícil criticar um favorito, mas não tem como fugir hoje. Justin não disse a que veio ainda, e hoje não foi bem. Achei a performance morna, com uma songchoice limitadíssima. A execução foi pior ainda, porque foi básica, e quando tentou ousar, errou tudo. Depois daquela nota mais alta, foi derrapada atrás de derrapada. Faltou postura e presença de palco, faltou conexão com a música, faltou muita coisa. Justin é oficialmente uma decepção.

Michel: Tá, Kelly quer ainda testar meu grau de sono? Ok, vamos lá. O Justin eu o achava um artista mais completo que o Kaleb e que levaria fácil esse embate, porém achei sua performance tão linear e sem graça e quando comparada com a performance do seu oponente, faltou mais emoção e conexão com a música. Achei a performance dele chatíssima e brega, o tipo ideal pra eu ver quando tiver com insônia.

Válber: Esperança que eu tinha era que ele fosse pisar, mas ele foi pisado, Justin veio com um KO relativamente fraco me surpreendendo e deixando ser pisado com gosto.

Kaleb Lee – “Free” by Zac Brown Band

Gerson: Kaleb não tinha chamado minha atenção em nenhum momento da competição, mas hoje ele aproveitou do deslize de Justin e me cativou totalmente. Assim, a escolha da música também foi meio morna, como a de Justin, mas aqui a execução pesou muito. Kaleb fez um trabalho vocal muito bom, com notas bem colocadas e afinadas, mas além disso ele fez um trabalho de interpretação e conexão com a música que foi de fazer inveja pra Justin. E, pela primeira vez, seu timbre me soou muito gostoso de ouvir. Estou atentíssimo.

Michel: Não sou nem um pouco fã do country, em especial os artistas masculinos, porém tenho que dizer que essa performance do Kaleb até que me agradou. A música tem aquele arranjo clássico e batido de música country, mas o Kaleb fez um bom trabalho vocal e estava claramente conectado com a canção, o que faz toda a diferença. Confesso que ele me surpreendeu, não por ter feito uma ótima performance, mas por não ter me causado sono.

Válber: Tô hipnotizado por esse KO, e olha que não lembro de Blind ou Battle dele. Mas essa performance me serviu pra calar a boca e ver o quanto ele melhorou.

Justin Kilgore vs. Kaleb Lee

VENCEDOR: KALEB LEE | ELIMINADO: JUSTIN KILGORE

Aqui foi fácil né. Apesar de Justin ser o frontrunner do Team Kelly, o fato de ele não ter acontecido na competição pesou muito. Por outro lado, Kaleb fez a performance da sua vida, entregando de fato um trabalho de boa qualidade. Fico triste por Justin, mas não posso dizer que Kelly escolheu errado. Agora resta ver como ela conduzirá Kaleb ao longo da competição.

#TeamAdam

Jackie Foster – “Bring Me To Life” by Evanescence

Gerson: Olha, eu gostei bastante dessa apresentação. Pra mim, Jackie não apresentou problemas vocais, entregou notas bem afinadas e colocadas. Não tenho o que criticar nesse aspecto. Também gostei bastante da presença de palco dela, da postura, como os movimentos corporais dela acompanharam a música. O que me incomodou aqui, na verdade, foi a conexão dela com a letra da música. Não sei se ela não prestou atenção no que cantava, mas ela parecia feliz demais pra mensagem da música. Isso me deixou meio desconectado com sua apresentação, no geral.

Michel: Depois de Sheena McHugh ter pisado com essa música, nunca mais conseguir gostar de qualquer outro cover, aliás até prefiro a versão dela que a original. Jackie fez uma escolha bem perigosa, porém achei que faltou mais ousadia dela em mudar o arranjo, fazer uma versão mais própria da música e fugir do karaokê. No geral até gostei da sua performance, ela ainda tentou umas notas mais arriscadas no meio da música, porém depois que sua oponente simplesmente desabrochou no palco, ela ia precisar de muito mais para impressionar.

Válber: Quando eu vi que ela ia cantar essa música eu fiquei com medo. Resultado final, uma performance fraca, ficou parecendo um karaokê, Jackie esqueceu que a música tem diversos momentos, do início calmo até o desespero no final da performance.

Mia Boostrom – “Wade In The Water” (Traditional Song)

Gerson: Aqui temos um caso típico de que a escolha musical faz toda a diferença. Mia havia sido péssima na sua Blind Audition e péssima em sua Battle, mas chegou aqui, escolheu a música certa, e aconteceu no palco. Ainda tenho minhas ressalvas com ela, com esse timbre estranho, parece engasgado, mas não posso deixar de elogiar sua performance hoje. Trouxe vocais bacanas, consistente, boa dinâmica e uso dos melismas. Dominou o palco, entregou uma apresentação correta. Não achei tão superior assim, mas vida que segue.

Michel: Mia é mais um exemplo clássico que os Knockouts é a hora da verdade, onde essa mulher estava além de eliminar uma das favoritas do team Adam? Ela fez uma linda performance, os vocais melhores que nunca e surpreendentemente apostando no jazz, um lado dela até então desconhecida. Depois dessa performance, ficarei mais atento nessa garota e espero que seja só o início de sua trajetória crescente no programa, porque potencial ela tem e muito, me apaixonei demais no dinamismo de sua voz nessa performance.

Válber: Essa sim, me surpreendendo desde as Battles. Um jazz com uma letra meio gospel! Mostrou que sabe que tipo de artista é, soube mostrar o melhor da sua voz, tudo o que Jackie não fez aqui.

Jackie Foster vs. Mia Boostrom

VENCEDORA: MIA BOOSTROM | STEAL: JACKIE FOSTER #TeamAlicia

Não posso dizer que concordei com a decisão de Adam, porque eu ainda não comprei Mia. Mas não achei que ele errou não. Mia foi bem, levemente superior a Jackie. Eu acredito que ambas têm dificuldades, porém potencial. Difícil dizer se Adam fará um bom trabalho com Mia ou se Alicia vai arrasar com Jackie, pois não vejo conexão em nenhum dos dois pares.

#TeamBlake

Austin Giorgio – “Almost Like Being In Love” by Nat King Cole

Gerson: Olha, tem que ter coragem pra odiar Austin. Ele é um verdadeiro showman! Eu adorei essa apresentação, achei divertidíssima! Austin, como sempre, dominou o palco, dançou, curtiu. Ele passa uma alegria, uma leveza, que é difícil de ver por aí. Acredito que ele tenha muito futuro em musicais, porque ele consegue conciliar tanto sua dança quanto seu canto. Enfim, vocalmente eu achei basiquinha, nada de ruim pra ver, nada muito excepcional, tirando aquela nota mais alta alongada no fim. Eu quero é ver Austin se aventurando em coisas diferentes. Pode seguir na linha dos musicais, cantar outros clássicos desse gênero.

Michel: Uma performance divertida, o Austin é quase que um mini Bubblé. Foi uma apresentação legal de assistir, claramente ele fez tudo o que podia para provar seu potencial, tem muito carisma e vocalmente não deixa a desejar, porém sabemos bem que esse estilo não costuma vingar no The Voice, apesar de ser um bom entretenimento.

Válber: Austin é meu amorzinho antes mesmo de começar a temporada. Gostei muito da Blind dele, gostei de ver ele indo com Blake e fiquei bem triste que a Battle dele não foi exibida. Austin nessa rodada veio novamente com um clássico do jazz. O garoto mandou muito bem, trouxe energia, presença única e vocais sólidos. Ele soube usar os recursos vocais que ele tem, gostei muito e já tem minha torcida.

Spensha Baker – “Broken Halos” by Chris Stapleton

Gerson: Eu acho Spensha muito dinâmica. Ela se propõe a cantar o country, mas ela facilmente poderia flutuar em outros gêneros musicais. Hoje eu não curti muito não. Achei a música meio brochante e a interpretação dela meio exagerada, meio carregada e pesada. Espero que ela possa continuar surpreendendo, como fez na Battle, mas aí com músicas mais bacanas e que combinem mais com sua voz.

Michel: Gostei bastante da battle da Spensha, no caso ela seria uma country aceitável para mim, gosto de sua voz e toda suavidade que ela carrega, justamente nessa performance eu senti falta de sua suavidade e conexão com a música. Percebi um certo nervosismo e sua voz um pouco mais trêmula que o comum. Spensha tem um timbre bonito, porém precisa tomar cuidado com a escolha da música, principalmente as que pedem notas mais agudas, pois julgando por hoje é um ponto fraco seu.

Válber: Olha vou admitir que ela cantou muito bem, mas me deu um soninho. Fiquei bem feliz com o resultado final.

Austin Giorgio vs. Spensha Baker

VENCEDORA: SPENSHA BAKER SAVE: AUSTIN GIORGIO

Blake errou na escolha aqui, porém conseguiu consertar. Spensha tem futuro na competição, pois ela pode transitar entre diversos estilos vocais e mostrar sua dinâmica. No entanto, hoje ela acabou sendo inferior a Austin, que dominou o palco e fez mais uma apresentação muito boa. Como disse, eu espero que ele traga coisas diferentes do que tem feito, pro seu próprio bem no programa.

#TeamAlicia

Johnny Bliss – “Alive” by Sia

Gerson: Johnny é outro que ainda não aconteceu na competição. Depois de todo o fuzuê de sua blind, esperava mais dele. Enfim, na performance de hoje foi bem. Vocalmente muito bem executada, com agudos potentes e certeiros. Faltou conexão com a música né, mas vida que segue. Não curto muito isso de ele querer enfiar espanhol em todas as músicas que canta. Ou canta em inglês ou espanhol, né. Eu estou o achando muito overrated, espero estar equivocado.

Michel: Ok, até berrou bonitinho na maioria das vezes, mas cadê a conexão com a música? Achei uma performance exagerada demais, achei que ele estava mais preocupado em impressionar vocalmente e acabou pecando na falta de emoção na performance, o trechinho em espanhol achei bem nada a ver, mas ok dá até pra relevar. PS: Já vi cabra berrando com mais emoção com ele, se esforça viado!

Válber: É Miya, contra ele realmente não deu. Johnny veio tão forte, com uma música da Sia que é extremamente difícil e que teve direito até a alguns versos em espanhol.

Miya Bass – “Castle On The Hill” by Ed Sheeran

Gerson: Meu senhor, eu não consegui assistir até o final. Apesar de ter surpreendido na rodada anterior Miya foi um verdadeiro desastre nessa. Ela conseguiu escolher uma das piores músicas de Ed Sheeran pra cantar. E não deu, porque a música é rápida demais, e ela queria enfiar seus melismas e suas notas agudas ali no meio. No final, ela indo de um lado pro outro parecia uma barata tonta. Não deu pra entender o que ela queria aqui, se era surpreender ou chocar. Pois eu estou chocado com o desastre.

Michel: Enquanto o outro exagerou na dose, essa faltou tudo. Miya fez uma performance tão apática, sem graça, achei de longe a pior performance desse episódio. Nada deu certo nessa performance, os vocais estavam horríveis, a música foi uma péssima escolha e a conexão não teve por conta do seu evidente nervosismo.

Válber: Eu gostei da apresentação, mas senti ganhar força do meio para o final e aí sim consegui ver a Miya das Battles.

Johnny Bliss vs. Miya Bass

VENCEDOR: JOHNNY BLISS ELIMINADA: MIYA BASS

Só Jesus na causa! Esse foi um dos piores embates da noite. Não tinha como Alicia escolher Miya, então Johnny estava seguro para avançar. Ele tem muito talento, mas precisa ser melhor trabalhado pela coach, porque do jeito que tá indo vai ser ladeira abaixo.

#TeamAdam

Drew Cole – “Slow Hands” by Niall Horan

Gerson: Primeiro a gente grita QUE HINO, depois a gente vê a apresentação. E tá, vou gritar QUE HINO pra apresentação também. Drew tem sido um candidato que me surpreendeu muito. Apesar de não gostar de sua Blind, a Battle e agora o KO foram excelentes. Ele conseguiu colocar sua voz muito bem na música, achei que o estilo combinou muito bem com ele. Não precisava daquela nota alta ali, mas por via das dúvidas saiu né. Se pudesse acrescentar algo, colocaria mais sensualidade na apresentação, pois assim ele conseguiria nos envolver mais ainda na performance.

Michel: Gosto muito desse timbre gostoso do Drew e achei uma escolha mais que acertada dele escolher essa música, com uma vibe mais acústica que valorizou ainda mais seus belos vocais. Ele é um artista que gosto muito, com performances mais simplistas, mas sempre conectada. Confesso que talvez com uma outra música ele podia ter mostrado melhor seu potencial vocal, principalmente numa fase decisiva como essa.

Válber: AAAAAAAAA QUE HINOOO. Vou ter que confessar que não esperava muito depois de “Sex and Candy”. Mas essa performance só confirmou meu favoritismo por ele.

Jackie Verna – “American Honey” by Lady Antebellum

Gerson: Pois bem, tô bem em dúvida aqui. Jackie tem bastante controle vocal, mas o timbre dela às vezes é bem desagradável. Na real, no fim da música eu já tava enjoado. Achei que a apresentação foi boa, mas a música foi muito fraca, impedindo ela de mostrar o que sabe. Senti falta também de uma maior presença de palco, já que ela ficou praticamente a música toda parada.

Michel: Em alguns momentos sua voz me lembrou a Cass, em outros a chuchu Danielle, mas uma coisa é inegável, mesmo não curtindo muito, ela representa bem esse estilo country mais pop. Pela prévia achei que ia detestar, mas confesso que assistindo sua performance completa, gostei muito do resultado final. No caso esse seria o tipo de country que facilmente ouviria.

Válber: Curti a música, caiu bem na voz da participante, teve grandes momentos com high note, mas Drew estava inspirado.

Drew Cole vs. Jackie Verna

VENCEDORA: JACKIE VERNA | SAVE: DREW COLE

Não entendi muito bem Adam aqui. Não sei se ele ficou com medo de Jackie ser roubada por Blake ou Kelly, mas enfim, achei meio cagado. Pelo menos, Drew segue na competição, e espero vê-lo trazendo mais músicas que exaltem seu timbre. Jackie precisa repensar suas escolhas musicais, ou então vai ser difícil terminar de assistir uma apresentação.

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Com isso, terminamos nossa review de hoje, galera. Apesar de termos sido pegos de surpresa pelo programa ter bloqueado os vídeos para nós, brasileiros, aqui na nossa review você conferiu todos.

Recapitulando, Blake e Adam já usaram seus SAVES, e Alicia foi a única que já usou o STEAL. Nos próximos episódios veremos como os demais STEALS e SAVES serão usados.

Não deixem de votar na nossa enquete abaixo e de comentar tudo o que vocês acharam dessa primeira noite de Knockouts! Até a próxima!

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Gerson Elesbão

Um @gerson incomoda muita gente, um @gersonrealoficial incomoda incomoda incomoda muito mais! É DC, é Marvel, é Netflix, é reality. Se a série for boa, chama no probleminha, bebê!

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