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This Is Us – S03E08 – Six Thanksgivings

Quantas pessoas realmente impactam a nossa vida e quem são elas?

Mais um episódio incrível que This Is Us nos entrega, com diversas storylines que se completam e nos faz conhecer um pouco mais de personagens que não tinham tanto destaque antes, como a de Miguel ou histórias que não sabíamos como tinham acontecido, como o relacionamento entre William e Jesse e, claro, mais um pouco da história de Jack na Guerra do Vietnã. Além de Katoby, a família Randall e o que tava fazendo muita falta já, flashbacks do Big Three e do casalzão do século, vulgo Jack & Rebecca. O que eu tenho gostado muito dessa temporada é que os roteiristas abriram um leque para conhecermos mais de cada personagem que engloba o universo da série e esse episódio foi o reflexo disso. E, pra mim, aquela redação do Randall adolescente concluiu com perfeição o enredo desse episódio e linkou fatos do passado com fatos do presente, como por exemplo, a história da separação do Miguel, da dificuldade de se relacionar com os filhos desde o início que se separou até o momento presente que vimos que o filho dele é um rançoso do cacete e que de alguma forma maluca na cabeça da família dele, eles culpam a Rebecca pela “falência” do casamento dos pais. Inclusive, Miguel pisou na resposta pro filho e eu nunca pensei que fosse achar fofo um momento dele e da Rebecca desse jeito, óbvio que não shippo como shippo Jack e Rebecca, na verdade, ainda nem chego a shippar, mas conforme estou conhecendo a história dele e de como o casal se formou, tenho criado um carinho grande, principalmente porque o Miguel cuidou da família do Jack exatamente como o Jack pediu para que ele fizesse caso acontecesse algo com ele. Como não é nenhuma surpresa, a forma como Jack conversou com o Miguel sobre como agir com os filhos, a relação de amizade que eles tinham, só me fez admirar ainda mais esse homem e, como em todo episódio, me perguntar “Por que diabos mataram essa perfeição em forma de gente?”, mas vida que segue e eu seguindo inconformada rs.
Só pra concluir essa história do Miguel, foi um tremendo de um contraste ele com a família dele e quando ele chega na casa do Randall e a Anne dá um baita abraço nele chamando inclusive ele de vovô. Hoje em dia eu vejo e ele deixou isso claro no discurso pro filho, como foi importante pra ele e pra Rebecca terem um ao outro em momentos tão difíceis da vida dos dois.

Outra história que adorei saber mais e espero que falem mais ainda em próximos episódios, é a história do William e do Jesse, que inclusive já shippei desde o início e dá uma apertinho no coração saber que não tem mais como continuar. Achei super fofo a forma como eles, naturalmente, se aproximaram e morri com William com ciúmes da prima dele e ele fazendo questão de deixar claro que era prima dele, sem pudor algum. Achei muito interessante que em nenhum momento até então, os autores viram a necessidade do William ou do Jesse explicarem se eram bis, gays ou seja lá o que for, foram dados sutis que nos fizeram perceber certas coisas e foi mostrado que isso é o que menos importa. E achei muito bacana o paralelo que fizeram com a história da Tess que parece estar se descobrindo gay ou bi e foi ela justamente quem disse aos pais, como a maior naturalidade, que o avô não era hetero. Achei super fofo ela se abrir com a Kate e gostei de ver essa relação mais aprofundada, porque até então o único tio que as meninas tinham mais intimidade era o Kevin mesmo, mas estamos passando a ver que as relações tem se estreitado cada vez mais com o tempo. Continuando a falar da família Randall, o casal épico Beth e Randall está por momentos um pouquinho conturbados, já que Beth no episódio anterior fez Randall garantir que não estava a contratando por pena e acabou que lá no fundo, Randall tem aceitado todas as sugestões para a campanha para aumentar a auto estima profissional da esposa e não somente porque concordou com suas ideias. Eu entendo a intenção dele, mas concordo com a Beth que ele deveria ter falado de uma forma que não criasse problemas, até porque o tipo de relação que eles tem, eles tem total abertura para isso. Mas, eu espero DE CORAÇÃO, que eles não se separem e nem a Beth morra que é algo que eu temo desde que teve início os flashforwards, oremos!
E Katoby, minha gente? Eu só faltei derreter de amores com os dois, principalmente na cena que eles fazem “1, 2, Katoby” e depois quando ela diz pra ele lá no final que ele fez uma mágica estilo Jack Pearson e sabemos que isso foi um puta elogio! Eles estão cada vez amorinhos, pra falar a verdade, em se tratando de Pearsons, temos praticamente só casalzões da porra. Mas, também, a inspiração que eles tiveram diariamente né? Ai ai <3
Inclusive, que saudade IMENSA que eu tava de ver as cenas dessa família maravilhosa junta nos flashbacks, se tem uma coisa que sinto mais falta da morte do Jack é não ter a oportunidade de vê-los tão juntos como víamos antigamente. Essa família… poxa, nenhum defeito!

E por fim, vamos falar da continuidade da história de Jack no Vietnã. Em primeiro lugar, quero dizer que estou com um ranço bem grande do Nicky, o irmão do Jack, parece aquele típico adolescente rebelde, sendo que ão é mais adolescente e até parece que agindo daquela forma infantil e revoltada vai conseguir mudar alguma coisa. Ah, faça-me o favor né? ¬¬
Eu gostei foi de quando Jack, finalmente, colocou ele no seu devido lugar quando o chamou para cuidar do garotinho vietnamita e depois ele contou a história como os rebeldes vietnamitas mataram o capitão dele. Olha, meu amigo, eu sinto muito, mas não é por isso que você vai sair por aí odiando todos e achando que tá com a razão. Ainda bem que o Jack só ouviu e não saiu correndo atrás dele, porque pra mim chega de mimar esse garoto.

Bom, e essas foram as minhas impressões do episódio. O que vocês acharam? Contem aí pra mim nos comentários. Vamos enaltecer essa série porque ela merece, mas se não for pra enaltecer pode também, não se acanhem 😛

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Caroline Azevedo

Seriadora de carteirinha. Shipper de plantão. Friendsmaníaca. Viciada em música. Feminista. Meu sonho é ser uma Sense8 e me dividir em várias partes para conhecer esse mundão afora, tudo ao mesmo tempo, agora.

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