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Vikings – S05E15 – Hell

Sobre contemplar a grande produção que é Vikings.

Vamos combinar que em matéria de batalhas, essa série tão querida, que foi sentenciada ao término com a sexta temporada, já esteve bem melhor, no entanto, sempre gosto de aproveitar para falar sobre os pontos positivos nas escolhas que a produção faz em como desenvolver seus episódios, ainda mais naqueles em que fazem mais burburinho. De antemão já podemos perceber quão irrelevante é o núcleo Floki atualmente, pois nem foi mostrado e acredito que poucos deram-se conta da ausência ou sequer se importaram.

A decisão mais sábia a se fazer era pôr Wessex em evidência, ainda mais com todo esse plot de rebelião contra Alfred e o envolvimento de Aethelred. Sem contar que, mesmo não sendo tão foda quanto antes, Lagertha estava lá, bem como Bjorn e Heahmund, que já conseguiu deixar sua marca na série, e ainda Judith, com a atuação maravilhosa de Jennie Jacques. Tudo isso era muito maravilhoso, eu sempre achei incrível a ousadia e veracidade que Heahmund transpassa, simplesmente por ser diferente de todos os demais bispos já vistos. Algumas pessoas podem discordar de mim, mas até hoje não consigo engolir a cagação que os produtores fizeram com Lagertha, foi de grande escudeira e empoderada para uma apaixonada, tudo bem que ela estava envelhecendo, mas isso não quer dizer nada né? Ainda mais se lembrarmos de Olenna Tyrell né queridos, uma das mulheres mais justiceiras que já vi em produções que retratam uma época. Não falando que Lagertha se tornasse alguém espelhando-se em Olenna, mas ao menos para ser um personagem tão foda quanto para uma trama.

A nova roupagem que deram à narração da batalha foi maravilhosa, exploraram Alfred no que ele sabe fazer de melhor: dramaturgia, demonstrando que Vikings, além de ser uma grande série de época, ainda traz consigo elementos poéticos que caracterizam-lhe também como um ótimo drama. Além disto, não sei se vocês perceberam, mas Gunnhild é bem parecida com Thorunn, ao vê-la pela primeira vez senti que queriam introduzir uma nova parceira para Bjorn, que deixou seu interesse bem claro. E sem esquecer que essa tática de queimar os arredores do lado nórdico foi maravilhosa, é possível ver também a evolução dos utensílios de batalha utilizado naquela época.

Sigo muito ansioso para o dia em que Ivar cairá na real e perceberá a chacota que ele é para o mundo, e fico de cara porque sustentam ele em ser filho de Ragnar, mas estou amando que estão usando essa aversão ao boneless e aumentando o nome de Hvisterk, ao menos no meu ponto de vista, só espero que não o matem também, consigo enxergar a descendência Lothbrook. E faz falta essa ousadia e sede por mudança e conhecimento, pois sinto isso como um dos pontos mais positivos de Ragnar.  

No mais, convido-os para assistirem ao vídeo promocional do próximo episódio, compartilharem suas opiniões sobre este episódio e/ou da review e, se possível, darem dicas, sugestões ou falarem suas perspectivas para o desfecho da temporada, pois tudo é bem vindo. Espero encontrá-los em breve, abração e até a próxima!

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Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.

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