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Vikings – S06E03 – Ghosts, Gods and Running Dogs

A trama precisa engrenar.

Assim que anunciada a renovação de Vikings para uma última temporada, muitos questionamentos surgiram à minha mente, alguns deles ligados ao foco que viriam dar aos personagens restantes e que tipos de estórias que viriam a ser desenvolvidas. Chegado o terceiro episódio desta, me faço a mesma pergunta, cadê o foco de Vikings? Não me parece tão atrativo o que têm sido mostrado até então, exceto Oleg, para ser franco. No entanto, gostaria de elogiar as locações onde filmam as cenas, como a da foto a seguir.

E é nesse núcleo que começo a falar aqui na review. Ivar parece mesmo ter encontrado um amigo à sua altura tratando-se de ego inflado. Mas há uma coisa muito surpreendente em tê-los colocados juntos nesta temporada, enquanto Ivar sucumbiu à fúria dos irmãos, Oleg tem mostrado ser impiedoso e ambicioso quando trata-se de estar no poder. Ao mesmo tempo, sei que pode soar estranho, mas vez ou outra me pego pensando neles dois se pegando… pode ser coisa da minha cabeça, mas sinto uma tensão sexual entre eles dois, de verdade!!! Inclusive, espero não ser o único. Sei que a abordagem homossexual já esteve presente em outras temporadas, mas sinto falta de um certo destaque que poderia existir, mesmo que na história não se fale tanto nisso. Em relação a esse núcleo, sigo interessado em saber o quanto Ivar vai aprender, e provavelmente irá dar o golpe em Oleg, ainda mais que tem sido mostrada bastante interação entre ele e Igor, o que pode ser genuíno ou não, mas penso que há uma finalidade de poder.

Enquanto que em Kattegat, meu maior desejo é de ver Hvisterk morrer, não aguento mais tanta lamúria. A melhor coisa deste núcleo, tirando o protagonismo feminino, são Hali e Asa!!! Sinceramente, não podiam me presentear com algo melhor do que duas criancinhas espertas, meio que traz uma vibe flashback para Lagertha, que inventou de entrar nessa de fazendeira só para arrumar problemas. Não sei o que se passa na cabeça desse povo, ao pensar que a decisão de Lagertha em estar afastada de Kattegat não seria uma alternativa para os homens banidos se vingarem da decisão de Bjorn, o qual administra sua prepotência com maestria. Apesar de pensar no quão surpreendidos os nórdicos devem ter ficado, e lembrar do fogovivo de Game of Throbes, achei sem graça a cena final, mesmo gostando de Olaf trazendo um tom mais dramático à série, que é uma abordagem que eles têm investido bastante, inclusive, se formos pensar na cena que os cavaleiros de Oleg acabaram com as festividades de Dir, vamos perceber bem isso sendo evidenciado com o uso da câmera lenta sem sonoridade.

Ubbe e Torvi acabaram sendo o casal que mais aprecio ver em cena, ainda mais por sentir que ambos personagens evoluíram nessas últimas temporadas e tem tornado-se suas melhores versões. Não sei o que pretendem fazer com esta Ingrid que tem roubado a cena, mas Gunnhild já nem dá mais as caras como antigamente. De certa forma, o que mais me faz falta é presenciar algo novo. Sei que naquela época, era muito questão de disputa de poder, mas como eles fazem questão de falar sobre Vikings como humanos exploradores, fico na vontade de ver mais aventura, do que necessariamente embates entre os personagens. Chego a me perguntar o que estão tramando para o fim da série também, se irão trazer Rollo e Alfred de volta, se teremos momentos flashback. Resumidamente, três episódios e animação ZERO. Não sei pra que foram inventar de matar o vidente, para Bjorn contatá-lo quando lhe convir.

Por fim, sigo só preocupado se algo interessante virá a acontecer no próximo episódio ou se alguém importante ou que eu goste irá morrer. Sendo assim, convido-os para assistirem ao vídeo promocional do próximo episódio, compartilharem suas opiniões sobre este episódio e/ou da review e, se possível, darem dicas, sugestões ou falarem suas perspectivas para o desfecho da temporada, pois tudo é bem vindo. Espero encontrá-los em breve, abração e até a próxima!

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Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.

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