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Young Sheldon – S01E11 – Demons, Sunday School, and Prime Numbers

Sheldon buscando sua fé.

Sheldon aos nove anos e no ensino médio já passou por muitas coisas que nos divertiram, afligiram e surpreenderam, por isso cada episódio da infância desse pequeno gênio é incrível.

O Sheldon finalmente estava tendo amigos para se divertir, como o Tam e surpreendentemente e por falta de opção o Billy, então estavam jogando dungeons and dragon, que é um jogo que para a Mary tinha o demônio, algo que ela acreditava muito, mas estava com o seguinte dilema “proibir o filho de jogar ou não?”, sendo que esse dilema era por causa das primeiras amizades que o filho teve e não queria que o perdesse, então ela louca foi desabafar com seu marido e sua mãe para que ajudassem e eles só faziam piadas e debochavam com ela, sem ela nem perceber.

A Mary simplesmente endoida quando é algo da sua igreja, ela foi até o Pai do Billy, o Sr. Sparks para conversar e claramente sua única preocupação era se os filhos estavam fazendo o famoso troca-troca e ela negou então ele não viu problemas nenhum com isso. Depois ela decidiu ir na família do Tam e conversar com o Sr. Sparks, que estava sem paciência como a maioria dos asiáticos comerciantes e ainda disse que concordava com ela só para agradar, mas ele não viu problema nenhum nisso.

Mary então decidiu recorrer ao Pastor Jeff (um personagem que gosto e queria mais vezes na série) para ajuda-la com o Sheldon e a ideia era fazer com que ele mudasse a opinião do Sheldon e não é que conseguiu, porque ele alegou para o Sheldon que um bom cientista deve mostrar porque não acredita e comprovar os fundamentos (isso porque o Sheldon disse não acreditar em Deus), depois disso o Sheldon mostrou esta desempenhado para a chata (isso são em minhas palavras) aula dominical de igreja, tanto que ele começou a estudar a bíblia para a alegria da sua mamãe.

O Sheldon e a Missy entraram na escolinha dominical e não sei porque ela não participava, mas ok, porém ele só queria mostrar que sabia mais que todos, inclusive que o Pastor Jeff, já o Billy mostrou que era uma porta de burrice, tanto que vou chamar ele de Emily ~referências~. Quando o Sheldon chegou em casa seus estudos não pararam e nem podiam parar, tanto que aquilo deixava Mary muito feliz, só que essa felicidade durou pouco, pois o Sheldon queria estudar muito mais que a Igreja Batista (eu jurava que sua família era católica), ele queria estudar todas as religiões, inclusive Vudu para o desespero da Mary.

O Sheldon na escola não para sua pesquisa, fazendo pergunta sobre as religiões das pessoas e tomando conclusões baseadas nas loucuras que todos diziam, bem eu quando alguém me conta algo.  Até sua avó entrou nessa loucura e levou o menino para conhecer um judeu, que não parecia ser nada judeu e só metia a faca na religião, mas enaltecia a Igreja Batista, claramente sua avó o enganando mais uma vez. Sheldon então continuou a estudar e a Mary até mentiu disse para ele que não ficaria com raiva caso ele escolhesse outra religião, sendo que ela já pensava em batalhar com o demônio.

No meio de um sono muito louco, onde sonhou com um “1” e um “0” falantes, ele quase descobriu o segredo do universo, mas obvio que o George o atrapalhou nesse sonho. Socorro que na escola dominical o Sheldon foi falar dos seus estudou e anunciou que iria criar sua própria religião “matemólogica”, onde eu morri de ri, fazendo com que o pastor até o expulsasse. E por fim o Sheldon abriu sua igreja com um membro, o Billy, ALELUIA.

Depois de um episódio brilhante, vimos esse mais fraco, porém não ruim, com o Sheldon mostrando de onde surgiu e confundiu toda a sua fé que até hoje não sabemos, tanto que eu pensava que ele era católico em sua origem e Ateu em sua concepção e agora nem sei mais. Esse episódio a minha fada Missy não teve tanto destaque, mas o pouco que teve arrasou, continue brilhante rainha.

Então é isso e até mais.

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Autor

Phelipe

Um cara Fitness, gosta de esportes e um escorpiano nato, apaixonado pela vida. Um "nerd" que curte balada e um baladeiro que curte coisas "nerds", porque a vida é muito curta para se apegar em coisas pequenas, logo pode observar que sou uma pessoa muito eclética em todos os sentidos da vida.

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